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Desabafo da família e detalhes do julgamento; veja tudo sobre o vereador morto em Santana do Itararé

Reportagem conversou com familiares de João Garré e advogados que acompanham o caso do vereador eleito em Salto do Itararé que foi morto a tiros em novembro do ano passado

A primeira audiência do julgamento dos acusados de orquestrar o assassinato do vereador de Salto do Itararé João Garré, morto a tiros em novembro do ano passado, foi realizada na última segunda-feira (12) e trouxe novidades e reviravoltas sobre o caso. A reportagem da Folha conversou com exclusividade com os advogados que representam a família da vítima, os acusados e também com o filho de João Garré.

A principal novidade sobre o caso foi o fato de Douglas, filho de Odair José, ex-vereador Nenê da Ambulância, ter assumido a autoria total do crime inocentando seu pai. Em seu depoimento, Douglas disse que não houve motivação política e que ele e João Garré tiveram uma discussão na época da campanha eleitoral. Com isso, ele contratou os atiradores para matar Garré.

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O advogado que defende os acusados, José Valdeci de Paula, falou sobre o depoimento de pai e filho. “Neste primeiro momento foi a fase da formação da culpa sendo ouvida as testemunhas de acusação e defesa. Também foram ouvidos os dois acusados onde o Douglas confessou a prática do crime e afirmou que a motivação não é política. Ele também contou que acertou com o Tiago o plano para matar o vereador. Já o Odair negou ter conhecimento de que o filho havia arquitetado esse crime”, comentou.

Apesar da confissão de Douglas, o advogado Geovane dos Santos Furtado, que representa a família da vítima, pontuou que há provas contundentes da participação de Odair no assassinato de João Garré. “Uma das testemunhas declarou que manteve conversas com Douglas onde ele disse que ele e o pai estavam decididos a contratar alguém para matar João Garré”, comentou.

O advogado ainda destacou que a acusação segue confiante na robustez das provas reunidas e no trabalho técnico que vem sendo desenvolvido ao longo da instrução. “Temos convicção de que o Poder Judiciário saberá reconhecer a gravidade dos fatos e não permitirá que um crime dessa natureza, praticado com tamanha frieza e covardia, fique impune — tampouco os seus autores”, disse Geovane.

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A Folha ainda conversou com um filho de João Garré que falou sobre como a família vem acompanhando o julgamento e os dias após a morte do “alicerce familiar”. “Estamos muito inconformados, principalmente por saber que a morte do meu pai foi motivada por política, poder e ganância. É uma tristeza muito grande, pois ele era o nosso alicerce e fazia tudo para família inteira”, comentou o filho que preferiu que seu nome não fosse divulgado.

Ele ainda contou que por muito pouco a mãe também não se tornou uma vítima. “Minha mãe saiu na hora do crime para ir buscar meu filho que estava na casa do padrinho dele. Ela e minha esposa encontraram meu pai morto quando voltaram, poderia ter matado ela também. Hoje, meu filho está fazendo acompanhamento, pois chora e chama o avô o tempo todo”, lamentou.

Agora os advogados aguardam a manifestação do promotor nas alegações finais a contar cinco dias após a primeira audiência e depois a manifestação da defesa. Com isso, é aguardada a decisão de pronúncia do juiz para então ser marcado o tribunal do Júri para que pai e filho sejam julgados pelo Conselho de Sentença.

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