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Mães de Pet também celebram neste domingo com seus filhos de quatro patas

Essas mulheres assumem uma maternidade diferente, mas igualmente repleta de afeto, responsabilidades e laços profundos

O Dia das Mães é uma data marcada pelo reconhecimento ao amor, à entrega e ao cuidado que moldam o papel materno. Memórias, laços afetivos e as histórias mais inspiradoras vêm junto com a data, transformando esse momento especial para as famílias. Com o passar dos anos, o conceito de “ser mãe” se ampliou, abraçando também aquelas que dedicam suas vidas a cuidar de seus filhos de quatro patas, as chamadas “Mães de Pet”. Essas mulheres assumem uma maternidade diferente, mas igualmente repleta de afeto, responsabilidades e laços profundos.

“Ser mãe de pet não é só ter um animal, é amar, cuidar, investir, correr pro veterinário quando precisam. Eles são como crianças, geram gastos, ficam doentes”, conta Taislaine da Silva Oliveira, uma Mãe de Pet de Wenceslau Braz.

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Em Wenceslau Braz, no Norte Pioneiro, a história da jovem Taislaine da Silva Oliveira, de 29 anos de idade, é um exemplo de como esse amor pode transformar vidas, tanto as humanas quanto dos pets. Em uma entrevista exclusiva com a reportagem da Folha, Taislaine conta como é ser mãe de três filhotes, que dão a ela o amor e as responsabilidades de uma mãe. Segundo ela, os pets não são apenas animais, mas são parte da família.

“Não nasceram de mim, mas nasceram para mim”

“Eu sempre gostei muito do mundo pet e sempre tive cachorros, mas nunca os vi como animais, vejo eles como parte da minha família”, conta a jovem. Ela explica que uma frase a acompanha desde que descobriu o mundo encantador de ser uma Mãe de Pet e define muito bem sua relação com os bichinhos. “Não nasceram de mim, mas nasceram para mim”, enfatiza Taislaine.

Taislaine com Lara e Bola. Foto: Arquivo Pessoal

 

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Ainda criança, ao se mudar para a última rua da Vila Verde, onde muitos animais eram abandonados perto de um desvio antigo que havia no lugar, ela começou a acolher os animais que apareciam famintos e machucados. “Comecei a cuidar deles na rua e, assim, o amor foi aumentando. Hoje tenho três cães no meu quintal e mais três no quintal da minha mãe. Todos chegaram até nós devido ao abandono e maus-tratos”, conta. A primeira pet, Lara, chegou ainda filhote, em janeiro de 2020.

“Adotei pra ser menos um da sua ninhada a sofrer, pois a mãezinha estava em situação de maus-tratos.” Meses depois, Taislaine acolheu a própria mãe da Lara, uma poodle debilitada e separada de outra ninhada. A terceira integrante da família, Bola, chegou em novembro de 2023, atropelado e muito machucado. “A gente não escolhe, né? E a família aumentou de novo.”

Taislaine e Aninha. Foto: Arquivo Pessoal

 

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Além do carinho, os pets também oferecem conforto emocional. “Passei por um longo período de ansiedade, e eles sempre sabiam o que estava acontecendo comigo. Se comportavam como se entendessem cada detalhe meu”, lembra a jovem. Taislaine afirma que cuidar dos cães exige dedicação e responsabilidade. “Ser mãe de pet não é só ter um animal, é amar, cuidar, investir, correr pro veterinário quando precisam. Eles são como crianças, geram gastos, ficam doentes”, conta.

Solteira, ela encara a rotina com amor e bom humor. “Sou mãe solteira de três crianças, né? Acordo cedo, cuido deles, trabalho, volto pra casa e a melhor parte do meu dia é ser recebida no portão por eles, ansiosos pela voltinha e pelo ranguinho”, conta entusiasmada pela rotina.

Ainda em entrevista com a reportagem, Taislaine enfatiza que o amor pelos pets é algo que vai muito além das raças, e é um amor que não se escolhe.

“Amor de pet vai muito além da raça. É um amor que não se escolhe. A gente é escolhido”, finalizou.

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