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Ratinho Junior quer autonomia dos Estados para aumentar pena de criminosos

Proposta envolve uma emenda constitucional que transferiria parte da competência do direito penal, atualmente exclusiva da União, para os estados, tornando-a concorrente

O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, defendeu nesta terça-feira (6), durante palestra na sede do Secovi, em São Paulo, que os estados brasileiros tenham autonomia para criar suas próprias legislações penais. A proposta envolve uma emenda constitucional que transferiria parte da competência do direito penal, atualmente exclusiva da União, para os estados, tornando-a concorrente.

Segundo o governador, a descentralização permitiria uma resposta mais rápida e eficaz à criminalidade, com a possibilidade de penas mais duras para crimes que afetam diretamente a população. “Com uma medida simples resolvemos rapidamente a violência no Brasil”, afirmou.

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Pela proposta, a União continuaria responsável por estabelecer normas gerais, enquanto os estados poderiam legislar sobre penalizações específicas, de acordo com as particularidades regionais. Como exemplo, Ratinho Junior citou a possibilidade de transformar o roubo de celular em crime qualificado, considerando o impacto que esse tipo de crime tem sobre a vida das pessoas, já que os aparelhos reúnem dados bancários e de saúde.

O governador argumentou que a medida teria apoio popular e que Assembleias Legislativas estariam dispostas a aprovar penas mais severas para crimes como homicídio e feminicídio. “Se eu mandar um projeto para a Assembleia do Paraná falando que um criminoso que matou um trabalhador vai ficar 40 anos preso, ela aprova”, disse.

Ratinho Junior destacou que a ideia partiu de juristas e defendeu que a regionalização da legislação penal tornaria o sistema mais ágil. Para ele, a atual legislação não acompanha a velocidade com que o crime evolui em diferentes regiões do país.

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“Os crimes são diferentes regionalmente, alguns lugares sofrem mais com determinados delitos. O problema do Brasil não está na prisão. As polícias prendem, mas a punição é branda”, afirmou.

A proposta, caso avance, exigiria uma alteração na Constituição Federal, que atualmente define a legislação penal como competência privativa da União. Com a mudança, estados poderiam estabelecer penas próprias, como ocorre em temas de competência concorrente, como o direito ambiental.

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