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Deputados debatem a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho

Evento, organizado pela Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa, abordou estratégias para ampliar a inserção dos autistas e também em melhoras as políticas públicas sobre o assunto

A Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa do Paraná promoveu nesta sexta-feira (25), no Auditório Legislativo da Casa, uma palestra com o tema “Diversidade e Inovação: Transtorno do Espectro do Autismo no Mercado de Trabalho”. O evento teve como objetivo discutir estratégias de inclusão de pessoas autistas no mercado de trabalho e o aprimoramento de políticas públicas voltadas ao tema.

A programação contou com a participação da psiquiatra Amélia Dalanora, fundadora da empresa beeMyra, especializada em educação sobre neurodiversidade, e de Lucas Geus, autista, bacharel em Direito e analista de logística. Ambos abordaram os desafios enfrentados por pessoas com transtorno do espectro do autismo (TEA) na inserção profissional, bem como soluções práticas para facilitar esse processo.

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Durante a apresentação, Amélia destacou a recente atualização da Norma Regulamentadora NR-01, que trata do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e que, a partir de maio de 2025, passará a considerar os aspectos psicossociais dos trabalhadores, beneficiando diretamente pessoas autistas. Segundo ela, essa mudança representa um avanço importante na criação de ambientes laborais mais inclusivos.

A médica também apresentou dados internacionais sobre o desemprego entre adultos autistas, que varia entre 30% e 40%, em contraste com os cerca de 9% da população em geral. No Brasil, ela apontou que o principal obstáculo é o desconhecimento do tema por parte das empresas. A conclusão vem de uma pesquisa realizada com 166 líderes empresariais, que indicou que muitas das adaptações necessárias para incluir pessoas com TEA são simples e de baixo custo.

Lucas Geus compartilhou sua trajetória e ressaltou a importância de pequenas adaptações no ambiente de trabalho, como a iluminação adequada e a flexibilização de rotinas, que podem facilitar significativamente a permanência de autistas em cargos profissionais. Ele afirmou que essas medidas não caracterizam privilégios, mas sim adequações sensoriais fundamentais para o desempenho das atividades.

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A deputada estadual Flavia Francischini (União), 1ª vice-presidente da Assembleia e mãe de uma pessoa autista, esteve presente e reforçou a importância do reconhecimento das capacidades dos autistas no ambiente profissional. Já o diretor da Escola do Legislativo, Jeulliano Pedroso, destacou que a iniciativa busca ampliar o debate sobre inclusão e contribuir para a formulação de políticas públicas mais eficazes.

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