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Projeto de professora de artes revela talento de aluno autista

Projeto de professora de artes revela talento de aluno autista

Pinturas de alguns dos principais pontos turísticos de Ribeirão Claro através das cores de Vincent van Gogh, ícone do movimento impressionista. Esse foi o resultado do projeto “O olhar de um autista, inspirado por sua paisagem local”, coordenado pela professora de artes juliana Chiarotti Sardi com Luan Pedrette Gabardo, aluno da Escola Pérola do Norte (Apae), em Ribeirão Claro. As obras produzidas pelo garoto portador de autismo foram transformadas em cartões postais, que serão presenteados a todos os que colaborarem com a Apae com doações.

A primeira ação do projeto que concorre ao Agrinho 2018, foi estudar os locais que mais tarde se tornariam pinturas. Depois, aluno e professora visitaram todos os pontos turísticos e iniciaram a composição das obras. Os dois participaram do 1º Renasceartes, promovido em comemoração aos 110 anos de Ribeirão Claro, que contou com artistas de toda a região. Os quadros também ficaram expostos no barracão onde funcionou o restaurante da Apae durante a 22ª Fescafé.

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A professora foi recebida no gabinete pelo prefeito Mario Augusto Pereira (PSC), acompanhada pela presidente da Câmara Municipal, Eliana Cortez (MDB) e secretária de Turismo e Meio Ambiente, Larissa Fonteque. O chefe do Executivo parabenizou a professora pelo trabalho e apoiou o projeto de transformar as obras de arte em cartões postais.

De acordo com a docente, o trabalho tem o objetivo de incluir o aluno na sociedade como cidadão participativo, aprendendo o valor de cada ambiente, no campo e cidade. “Através das atividades o aluno pôde ter um convívio social maior, conheceu e refletiu seu olhar sobre as manifestações artísticas ocidentais, brasileiras e local”, disse.

Para ela um dos ganhos obtidos por Luan foi a compreensão do contexto em que está inserido. “Através da arte ele pode interpretar as paisagens naturais e humanizadas, resultando em pinturas feitas com muita expressão e sentimento”, explicou.

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“Divulgou seu olhar artístico, aproximou e incluiu pessoas, otimizou atitudes da população, que vão da apreciação da obra a atos de generosidade, através de doações espontâneas deixadas por seus cartões, ajudas estas, revertidas em prol de sua escola (APAE), entidade filantrópica”, completou. “A inserção do aluno autista participativo foi feita no meio social e escolar, integrando campo e cidade e quebrando paradigmas”, finalizou.

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