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Jaboti projeta parque ecológico em área histórica de preservação ambiental

Prefeitura promove audiência pública para compra de área preservada por Luiz Ribeiro de Carvalho; projeto prevê trilhas, memorial, educação ambiental e geração de receita com ICMS Ecológico

A Prefeitura de Jaboti realizou uma audiência pública para apresentar detalhes sobre o processo de aquisição de uma área de 10 alqueires que será transformada, futuramente, em um parque ecológico. O espaço pertence à família do ambientalista Luiz Ribeiro Castro de Carvalho e está sendo comprado pelo valor de R$ 2,2 milhões.

A proposta da administração municipal é preservar o local como patrimônio ambiental e, ao mesmo tempo, fomentar educação, turismo e geração de receita futura para o município. Hoje Jaboti recebe R$ 44 mil/ano de ICMS ecológico (dados de 2024) e após a implantação do parque, pretende arrecadar mais de R$ 500 mil por ano, um aumento de mais de 900% na receita que justifica o investimento.

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O imóvel é conhecido por abrigar uma das maiores e mais antigas reservas particulares de preservação do Paraná. Por mais de 30 anos, a área foi mantida por Luiz como um santuário ecológico, em uma época em que ainda pouco se falava em sustentabilidade. Ele cercou o local, impediu desmatamentos e passou a receber estudantes, pesquisadores e visitantes interessados em conhecer a biodiversidade da mata nativa.

“Essa é uma área que há muito tempo já era referência ambiental, e agora, com a aquisição pelo município, vamos preservar esse legado", disse o prefeito Régis William durante a audiência. Foto: Arquivo Folha Extra

 

Durante a reunião, o prefeito de Jaboti, Régis William, destacou a relevância do investimento: “Essa é uma área que há muito tempo já era referência ambiental, e agora, com a aquisição pelo município, vamos preservar esse legado. E mais que isso: transformar em política pública de meio ambiente, educação, lazer e turismo. Em dois anos, teremos retorno com ICMS Ecológico, que já começará a gerar receita para a cidade.”

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Projeto ainda está em fase inicial, mas já mobiliza parceria com a FUPEF. Foto: Arquivo Folha Extra

 

O projeto ainda está em fase inicial, mas já mobiliza parceria com a FUPEF – Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná, da câmara de vereadores, da ATUNORPI, amigos da família, além de outras instituições públicas para o desenvolvimento técnico e científico da futura unidade de conservação.

 

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Legado ambiental e localização estratégica

Luiz Ribeiro não era servidor público nem ambientalista de profissão, mas enxergava na floresta um valor muito além do econômico. Foi essa consciência que o levou a criar, ainda nos anos 90, uma reserva particular de patrimônio natural em meio ao interior do Paraná. Com cuidado e dedicação, transformou o que era uma propriedade rural em um espaço de preservação permanente, onde o som dos pássaros, o cheiro da terra e o curso das águas foram mantidos intocados.

Hoje, o neto de Luiz, Aquiles Vanzelli Neto, celebra a continuidade do trabalho iniciado pelo avô: “É emocionante ver a continuidade do trabalho do meu avô. Essa área sempre foi preservada com amor e dedicação. Ver que agora será cuidada por toda a comunidade e se transformará em um legado para Jaboti é algo muito especial para nós.”

Situado a menos de um quilômetro do centro da cidade, o local reúne características raras: floresta nativa preservada, nascentes de água limpa, fauna diversa e trilhas naturais. A localização privilegiada permite fácil acesso tanto para moradores quanto para visitantes, tornando o espaço uma aposta concreta para o ecoturismo regional.

Além da valorização urbana e ambiental, o município projeta que, em até dois anos, a área passe a gerar receita por meio do ICMS Ecológico, contribuindo de forma direta para os cofres públicos. A preservação, portanto, não é apenas uma ação cultural e histórica, mas também um investimento estratégico no futuro da cidade.

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