Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Mulher transexual agride o ex-marido trans que está grávida e situação vai parar na Justiça

Caso aconteceu em Ibaiti; mulher trans agrediu o ex-companheiro com água fervente e cabo de vassoura, além de agressões psicológicas

O Ministério Público do Paraná (MPPR) denunciou uma mulher transexual de 29 anos por violência doméstica contra seu ex-companheiro, um homem trans que está gestante. As agressões teriam ocorrido diversas vezes em Ibaiti, no Norte Pioneiro.

De acordo com a denúncia, assinada pela 2ª Promotoria de Justiça do município, a acusada teria cometido cinco episódios de agressão física e psicológica entre janeiro e fevereiro deste ano. O promotor Alan Ayala da Silva detalha que a mulher trans jogou uma panela com água fervente na vítima, apertou seu braço com a porta e o agrediu com um cabo de vassoura.

Continua após a publicidade

Além da violência física, o homem trans também sofreu danos emocionais, conforme aponta a denúncia. Ele teria sido ameaçado de que não receberia apoio caso procurasse a polícia devido à sua identidade de gênero.

A ação penal já foi protocolada e será acompanhada pelo MPPR. O órgão pede, além da condenação conforme a legislação vigente, a fixação de uma indenização mínima de R$ 10 mil por danos morais à vítima.

 

Continua após a publicidade

Aplicação da Lei Maria da Penha

A denúncia do MPPR se baseia em uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelece que a Lei Maria da Penha pode ser aplicada a casos de violência doméstica em relações entre casais homoafetivos masculinos, travestis e transexuais, enquanto não houver legislação específica para esses grupos.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Transparência: Pilar da Democracia e Justiça Social
06/03/2025
Próxima Notícia
Governo realizou o maior investimento público da história do Paraná em 2024
06/03/2025