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Calor intenso representa ameaça para produção de soja no Norte Pioneiro

Problemas na produção estão ligados ao desenvolvimento da planta, que sofre alterações com o clima quente

Desde a última terça-feira (11), o Norte Pioneiro do Paraná está sob dois alertas meteorológicos, um que alerta a população sobre uma onda de calor intenso que deve atingir a região nos próximos dias e outro que alerta sobre os riscos de tempestades em algumas cidades. Contudo, nos últimos dias, foi possível notar que a onda de calor intenso está impactando começando na região, e sua chegada pode ser preocupante para os produtores de soja, pois pode afetar diretamente a qualidade do produto.

“A soja precisa de uma temperatura ideal e também precisa de uma quantidade de água, uma demanda hídrica ideal. Com a onda de calor, é comum que não chova, ou chova menos e com isso, a soja pode ser gravemente prejudicada, pois a falta de água influencia diretamente o desenvolvimento de vagens, folhas e flores”, explica Jhamer Har, Engenheiro Agrônomo e professor de Agronomia na Unopar.

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As condições climáticas atuais, e possivelmente futuras, do Norte Pioneiro, podem comprometer diretamente a produção agrícola na região, especialmente na colheita da soja. Segundo as previsões, algumas cidades da região podem chegar a registrar mais de 33°C nos próximos dias, o que aumentará a evaporação da umidade do solo e exigindo maior atenção dos produtores.

Com temperaturas mais altas, a tendência é que chova menos durante um determinado período, o que pode afetar negativamente o desenvolvimento da soja. Os impactos começam diretamente no desenvolvimento das sementes. O calor excessivo no solo pode causar danos às sementes, impedindo-as de germinar ou de se desenvolver adequadamente.

Porém, a colheita da soja já começou em alguns lugares, o que significa que as sementes estão ou começaram a germinar. Mas o perigo ainda continua para a produção. “A soja precisa de uma temperatura ideal e também precisa de uma quantidade de água, uma demanda hídrica ideal. Com a onda de calor, é comum que não chova, ou chova menos e com isso, a soja pode ser gravemente prejudicada, pois a falta de água influencia diretamente o desenvolvimento de vagens, folhas e flores”, explica Jhamer Har, Engenheiro Agrônomo e professor de Agronomia na Unopar.

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Segundo Jhamer, com a mistura da falta de água e a temperatura alta, a plantação também pode sofrer com doenças. “A planta vai consumir pouca água e o calor vai continuar. Isso pode causar doenças nas plantações”, afirmou o engenheiro. “Sempre é bom analisar com profundidade as plantações”, orientou.

Contudo, além da temperatura, outra preocupação para a produção, são as tempestades previstas para a região, que podem causar danos irreparáveis, resultando em prejuízos significativos para os produtores.

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