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Banco Central dá orientações sobre o que fazer em caso de fraude

Criminosos utilizam nomes de bancos, empresas ou até mesmo de familiares para aplicar o golpe

Nos últimos anos, o sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, o PIX, revolucionou as transações financeiras, tornando os processos de pagamentos mais acessíveis e rápidos. No entanto, o crescimento do uso do sistema também tem atraído a atenção de criminosos, que criaram novas formas de enganar as vítimas. O Golpe do PIX é uma fraude que vem se espalhando rapidamente e afetando milhares de brasileiros. Nesse cenário, é fundamental saber o que fazer caso seja vítima dessa fraude.

 

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O QUE É O GOLPE DO PIX?

O Golpe do Pix ocorre quando golpistas utilizam estratégias para induzir a vítima a realizar um pagamento via PIX para uma conta bancária de sua posse. Normalmente, os golpistas costumam se passar por pessoas ou empresas confiáveis, como bancos, empresas de telefonia, serviços públicos ou até mesmo o nome de alguém conhecido da vítima, criando situações de urgência ou pânico.

Em casos mais “profissionais” dos golpes, os criminosos enviam até mesmo PDFs de boletos ou cobranças com logo, nome e dados que parecem ser da empresa referida na situação gerada. Casos como estes já foram registrados na cidade de Wenceslau Braz, onde pessoas acabaram sendo enganadas pelos golpistas em situações de pagamento de contas que, sem analisar se realmente precisavam pagar, acabaram pagando e descobrindo que se tratava de fraude.

 

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CASOS REAIS

Uma destas situações foi flagrada pela reportagem dentro da Delegacia Civil de Wenceslau Braz, quando uma mulher, de nome e idade não identificada, buscava informações sobre o que fazer após ter sido vítima de um destes golpes. Conforme relatava a mulher ao oficial que à ouvia, os golpistas enviaram um documento em nome de um banco renomado nacionalmente, pedindo que ela realizasse o pagamento.

“Eles me mandaram mensagem falando que eu tinha que pagar, e eu peguei o celular, e enviei o PIX. Só depois que fui perceber que se tratava de um golpe”, contou a mulher. Segundo as falas da vítima, o valor do PIX foi de R$ 800,00, e ela já havia procurado o banco responsável para tentar recuperar o dinheiro.

 

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PROCEDIMENTOS

Portanto, em contato com a reportagem da Folha, a Delegacia de Polícia Civil de Wenceslau Braz informou alguns procedimentos iniciais para pessoas que são vítimas do golpe. De acordo com o documento enviado pela PC, com recomendações do Banco Central do Brasil, há várias etapas para quem sofreu a fraude e deseja correr atrás do prejuízo.

O primeiro passo é entrar em contato com o seu banco, para relatar o caso e solicitar a devolução dos valores transferidos para o golpista. Além disso, também é recomendado registrar um Boletim de Ocorrência na autoridade policial, para deixar o caso registrado.

Com base nas informações da vítima, o banco registra uma notificação de infração e instaura o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do PIX, enquanto o banco do golpista bloqueia os valores.

Após o registro no banco e do B.O, as duas instituições avaliam o caso em até sete dias e verificam se há indícios de fraude ou de golpe. Quando confirmada a fraude, o banco do usuário que a aplicou devolve o valor para a vítima em até 96 horas após a conclusão da avaliação.

Caso a situação não seja resolvida, a vítima deve procurar o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) ou o Poder Judiciário, além de abrir uma reclamação no Banco Central com as informações sobre o ocorrido.

Seguir estas orientações pode ajudar as vítimas a recuperarem os valores enviados para os golpistas, portanto, ainda há algumas orientações que proíbem a devolução em alguns casos específicos, como desacordo comercial, que não é considerado golpe. Mais orientações podem ser encontradas no site oficial do Banco Central.

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