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Estado capacitou mais de 94% dos municípios no enfrentamento à hanseníase

Paraná criou uma plataforma de teleconsultoria para apoiar os profissionais que atuam nas unidades de saúde dos municípios

No mês dedicado à conscientização, cuidados, prevenção e tratamento da hanseníase, com a campanha nacional Janeiro Roxo, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), reforça o compromisso para enfrentamento à doença.

Em 2024, a Sesa capacitou mais de 94% dos municípios com cursos e treinamentos especializados. Além disso, foi implementada a estratégia Telehansen, uma plataforma de teleconsultoria focada em hanseníase, que deverá ser expandida para todo o Estado em 2025.

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A campanha é uma oportunidade para sensibilizar profissionais da saúde e a população, reconhecendo a hanseníase como um problema de saúde pública relevante. As ações do Janeiro Roxo também buscam fortalecer a conscientização sobre a importância de combater o estigma e preconceito associados à doença, contribuindo para uma abordagem mais efetiva e humanizada.

 A plataforma Telehansen permite que profissionais da Atenção Primária (que atuam nos municípios) recebam consultorias diretamente com especialistas, garantindo a qualidade do atendimento prestado à população. Atualmente, o serviço abrange os municípios da Macrorregional Leste da Secretaria da Saúde.

O atendimento é feito por especialistas do Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná, situado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, que é referência no tratamento da hanseníase.

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“O Paraná é o estado da região Sul com o maior número de casos da doença, incluindo registros em menores de 15 anos e casos em formas avançadas, demonstrando a importância do diagnóstico precoce. Se a doença não for tratada, há riscos de transmissão e sequelas que podem levar a incapacidades permanentes”, explica a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

Dados preliminares de 2024 indicam 380 novos casos da doença no Paraná, sendo que mais 48% apresentavam incapacidade física no momento do diagnóstico. Os dados mostram, ainda, que no ano passado o Estado tinha 770 casos ativos e 1.008 contatos relacionados aos casos diagnosticados. No Brasil são 19.469.

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