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Irmãs separadas quando eram crianças conversam pela primeira vez depois de 60 anos

Após caso ser divulgado pela Folha, Luiza realizou o sonho de localizar seus irmãos e tiveram o primeiro contato por telefone

Na última segunda-feira (13), Paulo Guilherme Sales Lino entrou em contato com a reportagem da Folha pedindo ajuda para encontrar os irmãos de sua avó que haviam se separado quando ainda eram crianças. Após a publicação da matéria, ainda na noite da segunda-feira, uma das irmãs de sua avó entrou em contato com a família, e ficaram horas conversando.

“Durante a conversa, elas lembraram do tempo de infância delas, que sempre andavam juntas. Também comentaram sobre quando sofreram a grande separação, mas se emocionaram muito em poder conversar uma com a outra depois de tanto tempo”, conta Paulo, neto de Luiza.

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Após mais de 60 anos de separação, uma notícia emocionante tomou conta da família de Luiza Tavares Sales, de 76 anos, residente de São Gonçalo do Sapucaí, em Minas Gerais, e de Maria de Fátima, de 69 anos, que mora na cidade de Wenceslau Braz, no Norte Pioneiro do Paraná. As irmãs, que não se viam, ou ouviam a voz uma da outra desde sua infância, conversaram por ligação durante horas, e a emoção tomou conta das irmãs.

“Minha avó se emocionou muito ontem. A Fátima ligou para ela e elas conversaram durante horas”, enfatizou Paulo Guilherme, neto de Luiza. “Durante a conversa, elas lembraram do tempo de infância delas, que sempre andavam juntas. Também comentaram sobre quando sofreram a grande separação, mas se emocionaram muito em poder conversar uma com a outra depois de tanto tempo”, acrescentou o neto emocionado.

Maria de Fátima, irmã de Luiza. Foto: Arquivo Pessoal

 

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A Folha entrou em contato com Maria de Fátima, moradora de Wenceslau Braz, que contou sobre como aconteceu o reencontro das irmãs. Segundo ela, após a publicação da Folha, um de seus irmãos entrou em contato com ela, perguntando se Luiza seria irmã deles. “Meu irmão me mandou a foto dela e me perguntou se era nossa irmã. Fui conferir a história e batia com a nossa”, enfatizou Maria com emoção.

Quando Maria descobriu que era sua irmã, que não via há mais de seis décadas, entrou em contato com Paulo para tentar conversar com Luiza, foi quando a emoção tomou conta das duas irmãs.

“Quando eu vi que era ela mesmo, entrei em contato com o neto dela, liguei e fiquei um bom tempo conversando com ela. Foi muita emoção”, conta alegre por conversar com a irmã.

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Os três irmãos de Luiza, Marta Divina José Marcelino, Francisco Assis da Silva e Maria de Fátima, moram ainda na cidade de Wenceslau Braz, e desejam muito reencontrar Luiza, mas por conta da distância, esse sonho acaba ficando difícil para os irmãos. “Eu queria muito poder reencontrar ela pessoalmente, mas a distância entre as cidades vai dificultar bastante esse sonho. Mas eu acredito que um dia eu vou conseguir ver ela novamente”, desejou Maria.

 

A SEPARAÇÃO

A família se separou quando Luiza ainda tinha cerca de 11 anos de idade. A mãe, Luiza dos Santos Correa, separou do marido, Sebastião Tavares Correa, por conta da bebida. Segundo informações, o pai de Luiza bebia muito, o que levou Luiza (mãe) a se separar dele e vir para Wenceslau Braz com Benedito Antônio da Silva.

Quando isso aconteceu, apenas Luiza ficou em Minas Gerais, e seus outros irmãos, vieram para o Paraná com sua mãe. Em suas buscas, Paulo descobriu que eles ainda moravam em Wenceslau Braz, e que a mãe, havia falecido no ano 2000.

Com isso, entrou em contato com a reportagem da Folha pedindo ajuda para publicar a história de Luiza e divulgar que ela estaria procurando os irmãos. Contudo, na noite da última segunda-feira (13), Luiza recebeu o telefonema de Maria e a emoção tomou conta das irmãs.

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