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Itaipu investe no combate à exploração sexual e ao tráfico de pessoas

Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças (23 de setembro) foi criado para conscientizar a população a respeito desses crimes

23 de setembro é o Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.  Esta é uma oportunidade para refletirmos sobre duas violações de direitos humanos que se relacionam e podem ser enfrentadas em conjunto.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o tráfico humano ocorre quando há o “recrutamento, transporte, transferência, abrigo ou recebimento de pessoas, por meio de ameaça ou uso da força ou outras formas de coerção”, que levam uma pessoa a ter “controle sobre outra pessoa, para o propósito de exploração”. Esta exploração pode ser sexual, na forma de trabalho forçado, extração de órgãos e até mesmo adoção ilegal. O tráfico de pessoas pode ser também uma forma de exploração sexual, quando usado para este fim.

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Para Werner Braga, da Divisão de Gestão de Responsabilidade Social da Itaipu, “a proteção para mulheres e crianças merece atenção contínua. O combate incansável ao assédio, abuso, exploração, entre tantos outros crimes e violências contra seus direitos é fundamental”

A Itaipu Binacional apoia diversas iniciativas que combatem a exploração. Em julho, participou do 10º Seminário Internacional da Tríplice Fronteira, que reuniu autoridades do Brasil, Paraguai e Argentina para discutir tráfico de pessoas na região e a formação de profissionais que atuam no combate e prevenção desse crime transnacional, considerado um dos mais lucrativos do mundo, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU).

Com patrocínio da Itaipu, o evento foi organizado pela Cáritas Brasileira – Regional Paraná, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf) e a Câmara Técnica de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de Foz do Iguaçu.

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Inauguração da Casa de Acolhimento à Família Migrante. Foto: Jean Pavão/Itaipu Binacional

 

Também em julho, foi inaugurada a Casa de Acolhimento à Família Migrante, em Foz do Iguaçu. Chamado “Casa de Passagem”, o espaço é resultado de um convênio com a Cáritas Brasil Regional Paraná, abrangendo 16 arquidioceses de todo o Estado. O objetivo é prestar o atendimento emergencial a migrantes, refugiados(as), apátridas e vítimas de tráfico de pessoas. O valor total do investimento da Binacional é de R$ 8.421.416,84 e o convênio tem prazo de duração de três anos.

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Números

Em 2020 e 2021, a Central de Atendimento à Mulher identificou que mais de 70% das denúncias de tráfico nacional e internacional de pessoas envolveram mulheres, meninas ou adolescentes. Os números aumentaram em 2022 e, no primeiro semestre de 2023, passou para 80% dos casos. Os dados fazem parte do Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

De acordo com o último Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mulheres e meninas continuam sendo as principais vítimas da prática. Entre os casos de exploração sexual, 50% das vítimas são mulheres. Isso destaca a gravidade do problema e a vulnerabilidade de mulheres a esse tipo de violência.  

Em janeiro de 2023, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) criou um Grupo de Trabalho com a missão de propor um programa institucional de enfrentamento ao trabalho em condições análogas à escravidão e ao tráfico de pessoas no âmbito do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).

O TST lançou a Política Judiciária Nacional de Trabalho Decente, com o objetivo de uniformizar, racionalizar e automatizar procedimentos e processos necessários ao aprimoramento da Justiça do Trabalho e ampliar o acesso à justiça. A Política é composta de quatro programas: “Enfrentamento ao Trabalho Escravo, ao Tráfico de Pessoas e de Proteção ao Trabalho do Migrante”, “Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem”, “Equidade de Raça, Gênero e Diversidade” e “Trabalho Seguro”.

 

A prevenção é sempre a melhor iniciativa:

             Duvide sempre de propostas que ofereçam emprego fácil e lucrativo;

             Não deixe cópias de seus documentos pessoais em mãos de parentes ou amigos;

             Antes de aceitar a proposta de emprego, leia atentamente o contrato de trabalho, busque informações sobre a empresa contratante e procure apoio jurídico especializado.

A atenção é redobrada em caso de propostas que incluam deslocamentos e viagens nacionais ou internacionais:

             Deixe seu número de celular, o endereço e a localização para onde está indo;

             Informe-se sobre endereços e contatos de consulados, ONGs e autoridades da cidade ou região para onde está indo; e

             Comunique-se frequentemente com seus familiares e amigos próximos.

 

Ajude, denuncie!

 100 – Denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes 

181 – Disque Denúncia Estadual/Paraná 

190 – Polícia Militar 

180 – Central de Atendimento à Mulher

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