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Especialista dá dicas de como se proteger da coqueluche

Vacinação é o melhor caminho para combater surto da doença

Nos últimos meses, o Paraná tem enfrentado um surto impactante de coqueluche, uma doença infecciosa altamente contagiosa que tem causado preocupações entre as autoridades da saúde e a população. Na última terça-feira (27) a situação se agravou novamente, com o registro de mais uma morte causada pela doença.

A coqueluche, também conhecida como tosse cumprida, é causada por uma bactéria, a Bordetella Pertussis. Esta doença infecciosa é caracterizada por ataques intensos de tosse, que podem ser particularmente perigosos para crianças pequenas e pessoas com sistema imunológico comprometido.

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O surto presente no estado do Paraná tem gerado uma alta demanda por atendimento médico e aumentando a necessidade de conscientização sobre a prevenção da doença. Até o momento, o estado já confirmou 223 casos de coqueluche neste ano, sendo que a maioria dos casos foram registrados em crianças de até 11 anos de idade.

De acordo com Ana Cristina Micó da Costa, secretária de Saúde de Wenceslau Braz, a principal medida preventiva contra a coqueluche é a vacinação. “A vacina contra a coqueluche, que é parte do esquema vacinal infantil, é extremamente eficaz na prevenção da doença. A tríplice bacteriana, que inclui a vacina contra a difteria, tétano e coqueluche, deve ser administrada em três doses nos primeiros meses de vida, com reforços em idade escolar e adolescência”, explica a secretária.

Ela ressalta que a cobertura vacinal é fundamental para criar uma proteção de grupo, conhecida como imunidade de rebanho, que ajuda a impedir a propagação da doença. “Também é crucial que os pais mantenham o calendário vacinal de seus filhos em dia e também que adultos que estejam em contato com bebês e crianças pequenas verifiquem seu status vacinal”, acrescenta Ana Cristina.

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Além da vacinação, outras medidas preventivas são recomendadas para evitar a contaminação da doença. Práticas que incluam a higiene pessoal, como lavar as mãos frequentemente com água e sabão, evitar o contato próximo quando estiver com tosse ou resfriado, evitar o contato com pessoas infectadas e manter os ambientes bem ventilados são práticas que podem auxiliar no combate à doença.

Contudo, o Paraná registrou 223 casos de coqueluche em 2024, sendo que dois desses casos, envolvendo um bebê de três meses e outro de seis meses, acabaram perdendo a vida por não aguentarem os efeitos da doença. Diante desse cenário alarmante, a prevenção é a arma mais eficaz para conter o avanço da doença. A vacinação, especialmente em gestantes e bebês, é essencial para proteger os mais vulneráveis e evitar novas tragédias. É fundamental que a população esteja consciente e atue rapidamente para garantir a imunização de todos, contribuindo para a eliminação do surto no estado.

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