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Crise, emprego e alianças dominam primeiro debate presidencial

Crise, emprego e alianças dominam primeiro debate presidencial

A crise econômica, o desemprego e as alianças políticas dominaram o início do primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República, ontem, na Band TV. Com a ausência do concorrente do PT, diante da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os concorrentes à sucessão de Michel Temer (MDB) se dividiram entre a defesa de políticas liberais e críticas à política tradicional no confronto que abre a campanha. 

Participaram do debate Alvaro Dias (Pode), Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Cabo Daciolo (Patriotas), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PPS), Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL). Os candidatos de oposição buscaram ‘colar’ em Alckmin e Meirelles a pecha de representantes do governo Temer e da “velha política”. Ao mesmo tempo, se confrontaram na disputa pelo papel de representantes da renovação contra a política tradicional. 

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Alvaro iniciou o confronto lembrando sua gestão como governador do Paraná, nos anos 80. “Prendi usando a prisão administrativa 28 ladrões do dinheiro público. Combati privilégios, mas abri mão de meus privilégios”, disse, afirmando que deixou de receber a aposentadoria como ex-governador. 

A candidata da Rede, Marina Silva, aproveitou para alfinetar Alckmin. “Aqueles que criaram o problema não vão resolver o problema”, disse, criticando a aliança do tucano com o chamado Centrão. “A política é um caminho para a gente fazer reformas que o País precisa. Em um quadro tão pluripartidário como a gente está vivendo as alianças são necessárias”, argumentou o tucano. 

Questionado sobre a questão do desemprego, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, defendeu a reforma trabalhista. “Todos nós sabemos que o salário do Brasil é pouco para quem recebe e muito para quem paga. O trabalhador vai ter que decidir entre mais direitos e menos emprego, ou mais emprego e menos direitos”, afirmou. 

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Guilherme Boulos, do PSOL, foi na direção contrária de Bolsonaro. “A nossa primeira medida no governo será revogar essas medidas tomadas no governo Temer”, prometeu. E foi justamente Boulos que partiu para o primeiro confronto direto do debate, ao questionar o crescimento do patrimônio de Bolsonaro, e o suposto nepotismo do candidato do PSL na política. Ele citou reportagem do jornal Folha de São Paulo segundo a qual Bolsonaro manteria funcionários fantasmas pagos por seu gabinete. “A Val é funcionária fantasma do gabinete dele. Tem a responsabilidade de cuidar dos cachorros. O Bolsonaro representa a velha política corrupta, as velhas práticas”, disse. 

Bolsonaro alegou que a funcionária estava de férias quando foi procurada pela reportagem. “Sou uma pessoa exatamente humilde como outra qualquer”, alegou. O candidato do PSL também minimizou a questão da desigualdade salarial entre homens e mulheres. “Tem muito local que mulher ganha mais do que homem. Deveríamos lutar para diminuir os salários dessas mulheres competentes?”, questionou. 

O ex-ministro da Fazenda do governo Temer, Henrique Meirelles, fez papel de coadjuvante no confronto e foi pouco questionado pelos adversários. Nas oportunidades que teve, destacou o crescimento econômico nos anos em que foi presidente do Banco Central no governo Lula e a reversão da recessão pós-impeachment de Dilma Rousseff. “O Brasil criou em oito anos cerca de dez milhões de empregos. Tiramos o Brasil da maior recessão da história”, afirmou. 

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