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Desembargador que já foi Juiz em Wenceslau Braz vai participar do julgamento de Sérgio Moro

Sigurd Roberto Bengtsson é presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná e marcou a primeira sessão para o dia 1º de abril

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TER/PR), Sigurd Roberto Bengtsson, marcou para o dia 1º de abril a primeira sessão do julgamento do ex-juiz da Lava Jato e atual senador paranaense Sérgio Moro que é alvo de duas ações. Sigurd já atuou como juiz na comarca de Wenceslau Braz, no Norte Pioneiro.

O desembargador é filho de Sigurd Waldemar Bengtsson Junior e Iraci Tereza Valla Bengtsson. Ele nasceu no dia três de dezembro do ano de 1964 no município de Curitiba. Se formou como bacharel em Direito e iniciou sua atuação na magistratura em abril do ano de 1989. Com juiz, atuou na comarca de Wenceslau Braz. Ele também teve passagens pelas cidades de Nova Londrina, Toledo e Curitiba.

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Após a trajetória como juiz, no dia 24 de março de 2014 foi promovido por antiguidade ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) tomando posse no dia 26 de março do mesmo ano. Já no mês de fevereiro deste ano, Sigurd tomou posse como presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná para o biênio 2024 a 2025.

O processo contra Moro está pronto desde o dia 30 de janeiro e Sigurd marcou três sessões para julgar o caso sendo elas previstas para o dia 1º, dia 3 e dia 8 de abril. O julgamento irá contar com sete juristas, entre eles, Sigurd.

O ex-juiz Sérgio Moro é alvo de duas denúncias que tramitam no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. Uma das ações foi movida pelo PL e a outra pela Federação Brasil da Esperança que é formada pelos partidos PT, PC do B, e PV. Após a avaliação dos conteúdos, em junho do ano passado o TRE decidiu por unir as duas ações.

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As denúncias acusam o senador de promover a prática de abuso de poder econômico, caixa 2, uso indevido dos meios de comunicação em sua campanha e irregularidade em contratos. Embasados na prática destes crimes, os partidos pedem que o senador tenha seu mandato cassado, além da perda dos direitos políticos e inegibilidade por oito anos.

Caso seja condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Sérgio Moro ainda conta com a possibilidade de recorrer da decisão junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

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