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Sinduscon-PR critica decisão que suspende licença para construção da Ponte de Guaratuba

A construção ponte é um dos projetos mais emblemáticos para o desenvolvimento do Estado. De acordo com a entidade, a decisão da Justiça Federal penaliza a população paranaense, que aguarda por esta obra há mais de 40 anos.

O Sinduscon-PR, entidade que representa a indústria da construção paranaense, informou nesta semana em nota que vê com muita preocupação a suspensão da licença prévia para construção da Ponte de Guaratuba. A decisão judicial interrompe os processos que estão em andamento e atrasa o início das obras.

A construção ponte é um dos projetos mais emblemáticos para o desenvolvimento do Estado. De acordo com a entidade, a decisão da Justiça Federal penaliza a população paranaense, que aguarda por esta obra há mais de 40 anos.

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A nota do Sinduscon pede bom senso das autoridades responsáveis e dos órgãos competentes para uma solução ágil do imbróglio judicial. Segundo a entidade, o projeto é uma demanda da população do litoral para o desenvolvimento econômico e turístico da região.

Construção da ponte deixou de ser essencial para emergencial, de acordo com moradores e frequentadores de Matinhos e Guaratuba. Segundo os usuários do Ferry Boat, sistema já defasado que interliga os dois municípios praianos, foi se o tempo que os congestionamentos aconteciam apenas nas temporadas. “Pelo menos uma vez por semana transito pelo local e todas as vezes encontro filas para a travessia, isso quando não quebra a balsa”, lamentou Cícero Gutierrez, caminhoneiro.

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Em nota, o órgão defende que o projeto atendeu todos os ritos administrativos e cumpriu as exigências ambientais, e ressalta que o Governo do Estado tem trabalhado neste sentido para executar o projeto de forma segura e focado no desenvolvimento sustentável.

Em setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) se manifestou favorável à construção da ponte, ao indeferir um pedido liminar contra o edital das obras. A decisão da ministra Rosa Weber acolheu os argumentos de que a construção é fundamental para a região.

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Antes da paralisação do processo, a obra estava prevista para ser iniciada ao longo do segundo semestre deste ano.

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