A sessão desta terça-feira (4) da Câmara de Vereadores de Wenceslau Braz irá promover uma votação importante para o futuro do Fórum do município.
Situado na praça Rui Barbosa, Centro, o prédio que foi inaugurado em 1º de dezembro de 1980 e acabou ficando com sua estrutura insuficiente para a demanda do Judiciário com o passar das décadas. Com isso, surgiram alguns problemas com relação a readequação das instalações que, de acordo com laudos técnicos, exigem que haja uma nova construção para comportar o fórum.
No geral, e de acordo com o parecer dos fiscais, o prédio atual não pode mais ser utilizado para abrigar o Fórum, restando as alternativas de demolição e construção de uma nova instalação no mesmo local ou a transferência para um prédio novo construído em outro terreno. É aí que surge o objeto em votação.
Atualmente, a Justiça detém um terreno de aproximadamente 9 mil metros quadrados situado próximo ao Fórum Eleitoral no Jardim San Rafael. Porém, devido à distância do Centro da cidade e várias questões relacionadas a deslocamento, acessibilidade e atendimento à população, os quais, inclusive, causaram alguns transtornos durante o processo da biometria, a ideia de se instalar o Fórum de Justiça no local passou a ser repensada.
Com isso, surgiu a proposta de permuta entre a Justiça e a Prefeitura Municipal. Neste caso, a prefeitura de Wenceslau Braz repassaria a Justiça um terreno de aproximadamente 5 mil metros quadrados situado atrás da Igreja São José na Vila Santa Maria para construção do novo Fórum, enquanto em troca receberia o terreno de 9 mil metros quadrados no Jardim San Rafael e ainda poderia utilizar o prédio da praça Rui Barbosa por cessão durante 100 anos.
O Vereador Paulo Henrique Lima, o Rick (PHS), falou sobre seu ponto de vista diante da situação. “Na minha visão, não há prejuízos para população, pois vamos ganhar um fórum novo e mais próximo ao Centro, um terreno de 9 mil metros para habitação e uma estrutura nova para prefeitura podendo centralizar os serviços”, destacou.
Com a proposta apresentada, cabe aos vereadores votarem se o planejamento segue em frente ou cada terreno permanece com seu atual proprietário.


