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Advogado que representa grupo que move ação contra hospital acusa Folha Extra de recusar direito de resposta

O representante dos ex-funcionários do HCSB de Wenceslau Braz acusa dirigentes do jornal de envolvimentos em assuntos externos, enquanto os procedimentos para o pedido de direito de resposta foram devidamente esclarecidos

A Editora Folha Extra encontra-se no centro de uma controvérsia após ser acusada de recusar o direito de resposta em relação a uma matéria sobre o polêmico leilão do Hospital de Caridade São Sebastião, de Wenceslau Braz, no Norte Pioneiro do Estado. O advogado que representa os ex-funcionários do hospital, que movem ações na justiça contra a instituição, alega que a editora não concedeu espaço para o esclarecimento dos fatos, enquanto a Folha Extra afirma ter orientado o procedimento correto para tal pedido.

No centro do assunto está o leilão do prédio do hospital, uma instituição renomada que tem prestado serviços de saúde à comunidade por décadas. A reportagem em questão, publicada na Folha Extra na última terça-feira (13), abordou detalhes sobre o processo de leilão e os possíveis preparativos da entidade.

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Entenda o caso acessando a matéria sobre o leilão. 

De acordo com o advogado que representa o grupo de ex-funcionários, a matéria apresentou informações imprecisas e que poderiam prejudicar o andamento das ações. Além disso, nas redes sociais do jornal ele alega que, ao solicitar o direito de resposta, a Editora Folha Extra teria se recusado a fornecer espaço para o esclarecimento dos fatos, por motivos externos, envolvendo até mesmo outras empresas dirigidas por sócios do jornal.

Em declaração à nossa equipe de reportagem e através de comentário da rede Instagram, através do perfil do jornal, o advogado insiste na hipótese que o jornal teria recusado sua resposta como forma de retalhar algo externo, como ele próprio mencionou.

“A Editora Folha Extra, empresa jornalística constituída há 20 anos, não seleciona e absolutamente não "retalha" informações conforme apontado pelo advogado. Prezamos pelo bom jornalismo e principalmente, pela ética profissional”, complementa o editor-chefe.

“Não há o que retalhar, não há o que publicar a não ser o fato. Este advogado não entendeu os parâmetros para a publicação de tal resposta e de forma antiética envolveu assuntos externos de outras empresas da família no assunto. Até o momento eu nem sequer sabia quem era este advogado, e mesmo que soubesse, a Folha Extra está aqui para seguir a imparcialidade”, disse Alceu Junior, editor-chefe da Folha.

A Editora Folha Extra defende-se afirmando que não houve recusa direta ao direito de resposta. O advogado foi orientado sobre os procedimentos corretos para solicitações o espaço de resposta e que a mesma seria publicada após a análise da solicitação, de acordo com as normas protegidas pela empresa.

“A Editora Folha Extra, empresa jornalística constituída há 20 anos, não seleciona e absolutamente não "retalha" informações conforme apontado pelo advogado. Prezamos pelo bom jornalismo e principalmente, pela ética profissional”, complementa o editor-chefe.

Diante disso, é importante ressaltar a voz do direito de resposta como um princípio fundamental no jornalismo, permitindo que aqueles mencionados em matérias jornalísticas possam se manifestar e esclarecer informações equivocadas ou prejudiciais.

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