O candidato ao governo do Paraná, Ogier Buchi, usou hoje os 20 minutos de entrevista na Rede Jovem Pan, para deixar claro a que veio. Afirmou que sempre foi de direita e segue a linha liberal na economia. “Vou privatizar tudo o que e possível privatizar. Vou privatizar os presídios. No Paraná, enquanto eu for governador, preso vai ter que trabalhar”.
Quando o tema foi Segurança Pública, o representante da Coligação Pátria Brasil (PSL- Patriota- PTC), subiu o tom. “Bandido, quando eu for governador, vai ter medo do cidadão e vai ter medo da polícia. Nós precisamos dar ao cidadão o sentimento de que ele está seguro no seu Estado”.
“Sanepar e Copel precisam ser fortalecidas”, afirma Ratinho Junior
Servidores da Companhia de Saneamento do Paraná (SANEPAR) de Curitiba e do interior, receberam o candidato ao Governo do Estado Ratinho Junior.
Também participaram do encontro, funcionários da Companhia Paranaense de Energia (COPEL).
Ratinho Junior abriu o discurso garantindo que não vai privatizar nenhuma das instituições e que vai trabalhar para fortalecer as companhias.
“O meu compromisso é de manter a SANEPAR e a COPEL na mão do povo paranaense. Tenho confiança nos servidores e sei que vamos trabalhar juntos para tornar essas duas instituições, que já realizam um trabalho de qualidade, ainda mais fortes”, afirmou o candidato.
Índice de renovação na Alep pode ultrapassar aos 40%
Na Assembleia Legislativa do Paraná, 21,7% dos atuais deputados estaduais não irão disputar a eleição de sete de outubro.
Na Câmara Federal o número é maior, 27,8%.
A expectativa de renovação nas casas legislativas pode ultrapassar aos 40% e tende a chegar no máximo a 60%.
A disputa eleitoral beneficia os candidatos com cargo, devido ao tempo de propaganda. o acesso a recursos e a infraestrutura criada nos últimos anos de atuação política, com alianças regionais.
Nome militar nas urnas cresce 39% nas eleições
Além de Cabo Daciolo e General Mourão, outros 533 candidatos optaram por incluir suas patentes ou graduações militares no nome de urna para as eleições deste ano, sejam das Forças Armadas, das Polícias ou de Bombeiros Militares. O número é mais de 12 vezes maior do que o registrado em 1994, quando 43 postulantes apostaram na militarização de nomes para atrair votos. Em relação a 2014, o aumento total é de 39%.
A maioria é de deputados estaduais, com 313 postulantes Brasil afora. Com base em informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os números de 2018 também chamam atenção para outro fator: a influência de Jair Bolsonaro. O atual partido do presidenciável, o PSL, é de longe o que tem mais candidatos com graduações e patentes militares nas urnas: 135, contra apenas 37 do segundo colocado, o Patriota, de Cabo Daciolo.


