Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Mulher que matou a amiga asfixiada morre afogada no Paraná

Crime aconteceu em 2018 e a morte da suspeita na noite desta quinta-feira em Matinhos

“A justiça dos homens é falha, mas a de Deus não falha, é justa”. Essa é a afirmação da mãe de Alexandra Maria da Silva, que foi morta por Daiana Pereira Barrozo. O crime aconteceu em 2018 e, segundo as investigações, Alexandra sofreu asfixia. Daiana morreu na noite de quarta-feira (12), afogada.

A morte de Daiana ocorreu numa casa do bairro Tabuleiro, em Matinhos, no litoral do Paraná. Ela estava na cidade com amigos numa casa alugada e, segundo os relatos de quem estava com ela, se afogou na piscina.

Continua após a publicidade

Segundo o boletim de ocorrência da morte, as pessoas que estavam com ela disseram que passaram o dia bebendo e saíram para comprar bebida. Ao voltarem para a casa, encontraram a mulher afogada na piscina. 

Daiana chegou a ser levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Praia Grande, mas não resistiu. Além do afogamento, ela tinha também um hematoma na testa. A Polícia Civil de Matinhos investiga a morte.

 

Continua após a publicidade

Crime cometido

O crime atribuído à Daiana aconteceu na noite de Natal de 2018, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba. A mulher foi presa logo em seguida e confessou à polícia ter matado a amiga dizendo que Alexandra tinha sofrido um “surto psicótico” e partido para os filhos dela. 

Passados quatro anos, a morte de Alexandra ainda não tinha um desfecho. O caso ainda estava em instrução e não tinha previsão para o julgamento de Daiana, que respondia em liberdade. Além deste crime, Daiana também respondia por quase ter matado o ex-marido.

Continua após a publicidade
Notícia Anterior
Paraná identifica 44 ameaças de ataques em escolas e apreende 13 adolescentes
14/04/2023
Próxima Notícia
Obras avançam e BR-277 começa a receber novos postes de iluminação em Foz do Iguaçu
14/04/2023