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Projeto Rio Vivo promove soltura de 80 surubins, espécie ameaçada de extinção

A ação ocorreu nas margens da Represa de Salto Segredo, no município de Mangueirinha. Trata-se da maior espécie de peixe nativo da Bacia do Iguaçu...

Mais uma ação do Projeto Rio Vivo vai contribuir para a preservação de espécies nativas. Uma soltura de peixes juvenis nas margens da Represa de Salto Segredo, no município de Mangueirinha, teve um diferencial – incluiu 80 surubins, em risco de extinção.

Também conhecido como monjolo (Steindachneridion melanodermatum), trata-se da maior espécie de peixe nativo da Bacia do Iguaçu, podendo alcançar 80 centímetros de comprimento e 10 quilos, em média.

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A soltura, que ocorreu nos dia 2, 3 e 4, foi organizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), por meio da Superintendência das Bacias Hidrográficas e Pesca, em parceria com a Copel e o Clube de Pesca Pato Pescador, durante a final da 7ª Copa Iguaçu de Pesca Esportiva.

O Projeto Rio Vivo foi idealizado pelo governo estadual com a missão de explorar as vocações de náutica e pesca do Paraná, funcionando como geradoras de recursos aos municípios envolvidos e instrumento de sustentabilidade.

“O Rio Vivo é o maior trabalho de repeixamento na história do Paraná, é um reconhecimento das nossas vocações hídricas e da pesca esportiva. Dessa vez, soltamos um peixe nobre, da espécie surubim monjolo, o que mostra como o Paraná é referência em sustentabilidade”, destacou o superintendente das Bacias Hidrográficas e Pesca, Francisco Martin.

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Em um trabalho modelo, a equipe de piscicultura da Copel faz a reprodução do surubim monjolo em cativeiro, possibilitando às futuras gerações a oportunidade de conhecer essa nobre espécie nos rios, fora das páginas de catálogos de peixes extintos de nosso Planeta.

Os animais foram soltos com cerca de 7 centímetros, em idade juvenil, tamanho considerado ideal para a sobrevivência em ambiente nativo.

Participaram do evento 64 embarcações com 182 pescadores, em uma competição na modalidade vídeo-soltura, onde todos os peixes fisgados são devolvidos ao ambiente no mesmo local de captura após filmagem e medição.

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PROJETO RIO VIVO– Na primeira etapa do Projeto Rio Vivo, realizada em 2021 e 2022, além de 2,6 milhões de peixes nativos soltos, mais de 6,5 mil foram catalogados. De acordo com a Sedest, foram contabilizadas receitas que somam R$ 6,5 milhões aos municípios envolvidos com os eventos de pesca esportiva.

Levantamentos feitos pela Superintendência das Bacias Hidrográficas e Pesca da Sedest revelam que para cada peixe pescado, em torneios de pesca esportiva, a renda gerada é de cerca de R$ 979,00 – incluindo gastos com hospedagem, refeições e equipamentos adquiridos pelos participantes, entre outros itens.

Além da pesca esportiva e soltura de peixes, acontecem ações de educação ambiental, com coleta de lixo e plantio de mudas nativas da mata ciliar.

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