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Psicólogo faz alerta sobre exposição à tecnologia por crianças e adolescentes

Em um mundo cada vez mais digital, profissional alerta aos pais que controlem o tempo e que seus filhos estão expostos a computadores, vídeo games e celulares

Em um mundo cada vez mais digital e conectado, fica cada vez mais difícil encontrar alguém que não mantenha um relacionamento de perto com a tecnologia. O entretenimento, informação e diversão obtido através de computadores, videogames e celulares vem cativando desde os mais novos até os mais velhos. Apesar de apresentar pontos benéficos para as pessoas, especialistas alertam para os perigos da exposição exacerbada pode trazer problemas, principalmente para crianças e adolescentes.

A partir da segunda década do século XXI, as tecnologias passaram a se desenvolver em uma velocidade impressionante, sendo considerada esta época a “Quarta revolução social”. Por um lado, estas ferramentas têm contribuído positivamente em diversos setores, como a comunicação, educação, comércio entre outros. No dia a dia, o entretenimento, diversão e acesso as informações têm sido cada vez mais relacionado a equipamentos como smartphones, videogames, computadores e internet.

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Apesar disso, especialistas alertam para a dependência tecnológica que, assim como os benefícios, também tem cada vez mais afetado a vida das pessoas. O excesso de exposição às telas pode causar riscos para a saúde, desenvolvimento e convívio social das pessoas. A situação fica ainda mais séria quando se trata de crianças e adolescentes, o que requer um acompanhamento de perto pelos pais e responsáveis.

O psicólogo e pesquisador de dependência em conteúdos digitais, Igor Lemos, alerta os pais para os riscos que essa exposição pode trazer para a saúde, desenvolvimento físico, social e intelectual de crianças e adolescentes expostas ao uso descontrolado de equipamentos digitais, jogos e internet.

“Quando o uso de equipamentos e conteúdos tecnológicos é feito em excesso, as crianças e adolescentes podem desenvolver problemas relacionados a concentração, ansiedade, depressão, bipolaridade e síndrome do pânico. Além dos impactos psicológicos, também há as questões relacionadas as condições físicas destes indivíduos como, por exemplo, o sedentarismo e a obesidade infantil”, alerta Igor.

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Se tratando de internet, os especialistas alertam os pais para que fiquem ainda mais atentos, pois as consequências podem ser ainda mais perigosas. De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, quando expostas sem controle na web as crianças e adolescentes podem ser vítimas de diversos tipos de abuso sexual, cyberbullying, assédio ou violência virtual, exploração sexual, e exposição a conteúdos impróprios para sua idade.

 

RECOMENDAÇÃO

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Apesar dos perigos, tanto os equipamentos digitais quanto a internet podem ser utilizados por crianças e adolescentes, desde que respeitando seus limites, com responsabilidade e monitoramento por parte dos pais ou responsáveis.

Na correria do dia, as telas têm funcionado como uma espécie de “babá” que promove a distração dos pequenos, mas a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) faz um alerta aos pais. De acordo com a entidade, é recomentado que o acesso a equipamentos como celulares, tablets, computadores e videogames seja evitado para crianças com até dois anos de idade.

Já dos dois aos cinco anos, a recomendação é que o uso destes equipamentos não extrapole mais do que uma hora por dia. Segundo os especialistas, nesta faixa-etária é de suma importância que os pequenos explorem o mundo e as informações a sua volta de forma ativa e independente, fator que pode ser prejudicado devido à atenção que o mundo digital desperta nas crianças.

Já a partir dos dez anos de idade, os pais devem estar atentos se a exposição a tecnologia não está prejudicando aspectos como o sono, descanso, estudos e concentração, além da prática de atividades físicas. Nesta faixa etária, os responsáveis também devem redobrar a atenção em relação aos conteúdos aos quais seus filhos estão sendo expostos para evitar problemas mais graves.

Igor ainda ressalta que a tecnologia pode colaborar para o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes de forma benéfica, mas é imprescindível que os pais estejam atentos e acompanhando a forma como seus filhos estão utilizando destes aparelhos ou conteúdos, até porque, a nova geração segue vivendo em um planeta cada vez mais tecnológico.

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