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Bombeiros salvaram 1.284 vidas no Litoral em 71 dias do Verão Maior Paraná

Foram 71 dias de atuação com efetivo de 668 bombeiros militares e guarda-vidas civis. Alguns postos continuam ativos até a Páscoa. Depois, os bomb...

O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná realizou 1.284 salvamentos durante os 71 dias de atuação na temporada do Verão Maior Paraná 2022/2023. Além disso, de 17 de dezembro de 2022 até este domingo, 26 de fevereiro, foram entregues 11.800 pulseirinhas de identificação de crianças, o que facilitou a tarefa de encontrar os pais dos pequenos que se perderam na orla da praia – 549 crianças foram localizadas pelos guarda-vidas. Os dados são do último balanço da temporada divulgado pela corporação nesta segunda-feira (27),

Alguns postos vão continuar ativos no Litoral até o feriado de Páscoa, em 09 de abril. Depois, os bombeiros retornam no primeiro feriado de setembro e continuam até a próxima temporada do Verão Maior Paraná.

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Na temporada 2022/2023, foram 162.997 ações preventivas que visaram prevenir acidentes através de orientações, palestras, distribuição de folders, com a prontidão dos guarda-vidas nos postos de observação do Litoral paranaense, instalados em locais com maior movimentação de turistas.

De acordo com a porta-voz do CBMPR no Verão Maior Paraná, capitã Thayane de Lima, as ações preventivas são o trabalho dos guarda-vidas. “Durante esse período tivemos mais de 1.200 salvamentos, que é a intervenção direta da retirada da vítima da água, de um local de risco para a areia. Sempre ressaltamos que o mais importante para que a temporada de verão ocorra de uma forma segura e tranquila é a conduta segura do banhista. Sempre importante ressaltar que o banhista precisa se colocar em uma posição segura”, explicou a capitã. 

A corporação atuou com um efetivo de 668 bombeiros militares e guarda-vidas civis. Desde o início da operação, ocorreram dez mortes por afogamento, todas em áreas não protegidas por postos de guarda-vidas.

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“É muito importante que o banhista procure as áreas protegidas e jamais se coloque em condições de risco. Observamos que muitas vítimas que se afogam dizem saber nadar, então essa habilidade não é uma condição que protege o banhista. Ele realmente deve procurar uma área protegida, ter uma conduta tranquila, para que possa aproveitar com tranquilidade seu passeio, retornando para sua casa com segurança”, finalizou a capitã. 

ÁGUAS-VIVAS –Um fenômeno bastante recorrente durante o verão foi o aparecimento de águas-vivas e caravelas no mar. Os bombeiros militares atenderam 5.514 situações nesta temporada. 

CURSO –No começo da temporada o Corpo de Bombeiros iniciou o Curso de Guarda-Vidas Militar e Civil e, ao longo do verão, os aprovados reforçaram o trabalho dos bombeiros militares na prevenção de ocorrências e nos atendimentos a afogamentos no mar, rios e lagos. No total, 30 guarda-vidas militares e 35 civis guarda-vidas concluíram o curso.

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