Existe em todo o Brasil mais de 300 espécies de abelha, das quais pelo menos 35 são espécies nativas do Paraná. Dessas, cerca de dez produzem mel e outros produtos da meliponicultura, como o própolis. Entre elas estão a Jataí, Manduri, Mandaçaia, Tubunas e as abelhas mirins.
A importância econômica da apicultura para o estado, inclusive, é crescente. Entre 2001 e 2017, a produção de mel no Paraná teve crescimento de 102,67%, saltando de 2,9 toneladas para 5,93. A alta foi maior do que a verificada em todo o país no período, de 87,19%, com a produção nacional saltando de 22,2 toneladas para 41,6.
Não à toa, nos últimos 15 anos o Paraná consolidou-se como o segundo maior produtor nacional.
As universidades estaduais do Paraná melhoraram suas classificações em três critérios do Ranking Universitário Folha (RUF) 2018, publicado na segunda-feira (1), foram eles: avaliação do mercado, ensino e inovação. O ranking avaliou 196 universidades brasileiras públicas e particulares.
Para compor a nota total da avaliação, o RUF 2018 divide os critérios em porcentagens de importância. Sendo assim, 42% da nota é referente à pesquisa, 32% para ensino, 18% no quesito mercado, 4% para inovação e 4% para internacionalização.
Uma sondagem realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) mostra que mais crianças serão presenteadas nesse ano. Segundo o levantamento, 63,1% dos paranaenses pretendem presentear no próximo Dia das Crianças. No ano passado, esse percentual era de 57,6%, e em 2016, foi de 62%.
Da mesma forma, o valor médio de gastos para o Dia das Crianças deve ficar em torno de R$ 87,00 por presenteado, e será maior do que o tíquete médio dos dois últimos anos, em que o presente tinha em média R$ 75,00 e R$ 79,53, respectivamente.
Os brinquedos serão a principal opção de presentes, com a preferência de 66,1% dos consumidores, incluindo bonecas ou bonecos de personagens (21,2%), jogos educativos (33,9%) e outros tipos de divertimentos (11%).
O percentual de famílias endividadas no país manteve-se estável em 60,7% de agosto para setembro deste ano. Na comparação com setembro do ano passado, houve uma queda, já que naquele período o indicador registrou uma parcela de endividados de 61,7%.
Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) divulgados nesta quarta-feira (3), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
A porcentagem de famílias com dívidas ou contas em atraso também se manteve estável de agosto para setembro (23,8%), mas recuou em relação aos 26,5% de setembro do ano passado.


