Os grupos de whatsApp deram oportunidade do eleitor conhecer quem são realmente os candidatos.
Isso vem sendo positivo para Oriovisto Guimarães (Podemos) e Flávio Arns (Rede) na campanha pelo Senado Federal, que com ajuda de influenciadores digitais, vem conquistando apoios importantes em todo o Paraná.
As pesquisas da semana passada já detectaram que Oriovisto e Arns são ameaças concretas para candidatos da política paranaense.
O bom desempenho de Jair Bolsonaro (PSL) vem preocupando a cúpula do PT no Paraná nas eleições para deputado estadual e federal.
Com uma chapa considerada pouco competitiva, a tendência é de que apenas dois deputados estaduais e dois federais sejam eleitos, já que o desempenho do candidato ao governo estadual, Dr. Rosinha vem decepcionando, e sem chance de angariar quantidade significativa de votos de legenda.
A presidente nacional da legenda, Gleisi Hoffmann, vai ter que intensificar a campanha para evitar as sombras de Enio Verri ou Zeca Dirceu.
O desempenho do candidato Fernando Haddad nas mais recentes pesquisas do Ibope e Datafolha e a ameaça de uma derrota no primeiro turno para Jair Bolsonaro (PSL) acentuaram diferenças internas e levaram o PT a procurar culpados e buscar correções na reta final da disputa presidencial nas eleições 2018. O principal revés da candidatura Haddad ocorreu no índice de rejeição, que disparou nos últimos dias – crescendo de 9 a 11 pontos porcentuais nas sondagens dos institutos divulgadas nesta semana. Segundo relatos, as discordâncias entre o círculo mais próximo de Haddad e o grupo ligado à direção do PT ficaram evidentes na reunião da coordenação da campanha realizada na última terça-feira (2), na casa que abriga a produtora de vídeos da campanha, em São Paulo.
Tem bastante gente tentando entrar ou manter o posto oficial na política brasileira, 18% a mais que na última disputa em 2014. São 26.965 candidatos para 1.654 vagas.Vale lembrar que os cargos disponíveis não pagam tão bem quanto o investimento feito durante a disputa, como por exemplo, o caso de Henrique Meirelles, que teria que trabalhar por 120 anos como presidente para recuperar a grana da campanha. Matemáticos, sociólogos, astrólogos, historiadores, cientistas políticos, delegados poderiam tentar explicar o fenômeno.
Quando apertar a tecla confirma no próximo domingo, o eleitor pode ter certeza de que está utilizando o que há de mais moderno em termos de segurança da informação. Desde que foi usada pela primeira vez em 1996, a urna eletrônica passou por inúmeras mudanças tecnológicas a fim de garantir a integridade e a autenticidade dos programas de computador e o sigilo do voto.
Procedimentos estabelecidos por lei e funcionalidades do equipamento aprimoradas nos últimos 22 anos asseguram uma votação moderna, precisa e segura na hora do eleitor decidir qual o seu representante na esfera estadual como federal.


