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Oriovisto doa à própria campanha mais do que receberá em 8 anos de salário no Senado

Oriovisto doa à própria campanha mais do que receberá em 8 anos de salário no Senado

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(Foto: Reprodução/Internet)

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Para repor o montante de R$ 3,37 milhões que declarou ter doado à própria campanha eleitoral, o senador eleito Oriovisto Guimarães (PODE), fundador do Grupo Positivo, terá que comprometer todos os 96 salários (subsídios) mensais que receberá em 8 anos de mandato no Congresso Nacional. Oriovisto foi eleito com 2.957.239 votos.

Um senador da República hoje recebe um salário bruto de R$ 33,76 mil mensais. Somados todos os pagamentos daqui até o fim de 2026 (sem contar eventuais reajustes), Oriovisto receberá R$ 3,24 milhões. Ainda faltaria R$ 130 mil para que recuperasse o “investimento”. Isso sem contar o que deixaria de render os R$ 3,37 milhões que gastou na campanha.

Se deixasse o dinheiro parado na poupança, considerado o investimento com menor rendimento, Oriovisto ganharia R$ 1,2 milhão no período.

As doações do próprio Oriovisto responderam por 98% do que ele arrecadou na campanha. E só não teria entrado mais dinheiro porque o teto imposto pela lei não permite. O máximo estipulado para a disputa do Senado no Paraná em 2018 era de R$ 3,5 milhões.

Com patrimônio declarado de R$ 239,7 milhões, Oriovisto é o político mais rico do Congresso Nacional.

Esta é a primeira eleição geral em que os candidatos estão proibidos de arrecadar dinheiro de empresas para custear as campanhas. Apenas pessoas físicas podem realizar doações, ainda assim limitadas a 10% do rendimento do ano anterior. No entanto, os próprios candidatos foram autorizados a bancar a totalidade de seus gastos, por meio do chamado autofinanciamento, até o limite para cada cargo em disputa.

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