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Em descrédito, Amunorpi perde mais cinco municípios neste ano

Em descrédito, Amunorpi perde mais cinco municípios neste ano

Após a operação “Cheque em Branco” que atingiu a Amunorpi (Associação dos Municípios do Norte Pioneiro) em cheio no ano de 2015, através da qual foram apontados desvios de mais de R$ 1,8 milhão, a instituição tem entrado em declínio com reuniões escassas e até a saída de muitos prefeitos da região.

Apenas neste ano, cinco municípios decidiram deixar a Amunorpi são eles: Wenceslau Braz, Cambará, Quatiguá, Guapirama e Abatiá, este último se associou à Amunop (Associação dos Municípios do Norte do Paraná), enquanto os demais permanecem sem filiação, contudo, existe a possibilidade de também migrarem para a Amunop, composta pelos municípios de Assaí, Bandeirantes, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Itambaracá, Leópolis, Nova América da Colina, Nova Fátima, Nova Santa Bárbara, Rancho Alegre, Santa Amélia, Santa Cecília do Pavão, Santa Mariana, Santo Antônio do Paraíso, São Jerônimo da Serra, São Sebastião da Amoreira, Sapopema, Sertaneja e Uraí.

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No começo da década de 90 do século passado, o então chefe do executivo de Arapoti, Homar Negrão (PL) e seu colega, Ademar Ferreira de Barros (PFL), de Jaguariaíva, decidiram passar para a AMCG (Associação dos Municípios dos Campos Gerais), alegando, na oportunidade, que a região polarizada por Ponta Grossa, pelo potencial econômico, ajudaria o crescimento dos dois municípios. Em 2011, Amadeu Bicudo (PT), então prefeito de Curiúva, também migrou para a AMCG.

Mais recentemente, em dezembro do ano passado, São José da Boa Vista também deixou de fazer parte da associação. Atualmente, dos 28 municípios que compunham a Amunorpi, restaram apenas 18.

As razões de saída são inúmeras, entre elas, a falta de expressividade política da associação, a falta de pagamento das mensalidades, que gerou uma dívida significativa para alguns municípios, além da imagem que a associação adquiriu após os escândalos de 2015, mesmo com as últimas gestões estarem empenhadas em trabalhos para tentar recuperar as contas e a credibilidade da instituição.

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Sérgio Kronéis (PSDB), prefeito de São José da Boa Vista, falou com a reportagem da Folha Extra sobre seu desligamento da Amunorpi. “Depois de todos os escândalos de 2015, a associação ficou sem organização para manter os prefeitos, mas vejo a necessidade de sentarmos para discutir o verdadeiro papel da instituição e, principalmente, como a situação da Amunorpi junto ao Ministério Público. Os dois últimos presidentes tem feito um grande trabalho a frente da associação, contudo, os erros das gestões passadas precisam ser punidos para não continuarem desmoralizando o grupo”, explica o prefeito.

Kronéis não descartou voltar a se filiar na instituição.

 

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A presidência

O atual presidente, Joás Michetti (PDT), atribuiu a evasão de prefeitos da Amunorpi à dois fatores principais, o protesto pela impunidade de antigos gestores que estiveram envolvidos no esquema investigado pela operação Cheque em Branco e também a incompatibilidade de ideias políticas dentro do grupo.  “Os prefeitos querem que as pendências da associação com a Justiça sejam resolvidas, isso é fato, pois enquanto, o processo não resulta na condenação, o nome da instituição fica manchado, mas infelizmente esses processos são lentos”, afirma.

O presidente marcou uma reunião extraordinária para o próximo dia 9, onde devem ser discutidos assuntos como a diminuição de prefeituras, a instalação da faculdade de Medicina nos municípios de Santo Antônio da Platina ou Jacarezinho; a duplicação das rodovias de Jaguariaíva até Jacarezinho, além de uma possível extensão do Hospital do Câncer em uma UPA recentemente construída em Santo Antônio.

Para finalizar, Joás ressaltou a importância da união dos prefeitos como associação para efetivar requisições como as citadas acima. “A Amunorpi tem força e estamos em constante discussão sobre as demandas regionais com o governador eleito Ratinho Jr.”, concluiu.

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