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Suspensão do novo piso salarial dos enfermeiros gera revolta na saúde

Sindicato que representa a categoria não descarta uma paralisação por conta da perda temporária dos direitos recém adquiridos

O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu no domingo (4) o piso salarial nacional da enfermagem e a notícia pegou a categoria de surpresa. O diretor do Sinsaúde, Marcio Machado, informou que os profissionais de saúde de Londrina e região estão inseguros e revoltados com a suspensão dos direitos adquiridos, após lei foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

O sindicato refutou o argumento do magistrado que determinou a suspensão da lei "até que seja esclarecido" o impacto financeiro da medida para estados e municípios e para os hospitais.

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Diante da notícia que não agradou a categoria, o Sinsaude não descarta uma paralisação de enfermeiros desencadeada em todo o país.

A norma agora suspensa havia o salário mínimo de R$ 4.750 para os enfermeiros. Técnicos em enfermagem devem receber 70% desse valor, e auxiliares de enfermagem e parteiros, 50%. A PEC do novo piso da categoria era aguarda há 36 anos e o sentimento dos profissionais da saúde é de luto. Já o diretor do Sinsaude Londrina espera que a suspensão seja derrubada pelo plenário do Supremo.

A decisão foi dada em ação apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços. Santas casas e hospitais filantrópicos calcularam impacto de R$ 38 milhões com novo piso da enfermagem.

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Em nota, a Confederação Nacional dos Municípios comemorou a decisão de Barroso. Ela alega que o piso custa R$ 9,4 bilhões para os cofres municipais, sem que o governo ou o Congresso apresentem uma fonte para custear a medida.

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