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Advogados falam sobre Lei que libera suspeitos de homicídio

Folha conversou com Celso Antônio R. Santos e Bruno Henrique que explicaram, do ponto de vista legal, como funciona a prisão ou liberdade de indivíduos envolvidos neste tipo de crime

Infelizmente a violência é uma realidade constante no dia a dia do brasileiro e, nos últimos anos, nem mesmo as cidades consideradas pequenas e pacatas têm ficado as margens destas situações. Crimes como homicídios e feminicídios assustam a população e, em alguns casos, algumas medidas legais acabam gerando ainda a revolta e decepção principalmente para familiares e amigos das vítimas. 

Dois casos recentes registrados nos municípios de Wenceslau Braz e Curiúva ilustram essa situação. No município brazense, um jovem de 22 anos morreu após ser atingido por ao menos um golpe de faca na madrugada do domingo (28). Em Curiúva, uma moradora do município foi encontrada morta 12 dias após seu desaparecimento. Em ambos os casos o que causou o clamor popular por Justiça foi uma situação parecida, os principais suspeitos de cometer os crimes se apresentaram a polícia, mas acabaram sendo liberados.

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O assunto é polêmico e mexe com as emoções da sociedade, mas por outro lado há uma questão legal que explica estas situações. A Folha conversou com os advogados do escritório Laércio Ademir dos Santos, Celso Antônio e Bruno Henrique, que falaram a reportagem como a situação é tratada do ponto de vista legal conforme o que rege a lei, e quais são os fatores que podem levar um suspeito de homicídio a liberdade ou, por outro lado, manter a sua prisão.

Confira a entrevista na íntegra no vídeo abaixo:

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