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Ratinho Júnior afirma que representa uma "ruptura política" no Paraná

Ratinho Júnior afirma que representa uma "ruptura política" no Paraná

Alinhado com o futuro presidente Jair Bolsonaro (PSL), o governador eleito do Paraná, Carlos Roberto Massa Júnior, o Ratinho Júnior (PSD), se inclui sem modéstia numa nova safra de políticos que surge no país. Aos 37 anos, eleito pelo PSD, diz que construiu sua carreira política longe das famílias tradicionais que dominaram seu Estado, o que lhe assegurou a vitória eleitoral no primeiro turno.

Ao lado dos governadores do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, monta um grupo articulado para organizar políticas regionais do sul. "Juntos temos 15% do PIB", afirmou ao Valor, após participar, em São Paulo, de fórum do agronegócio promovido pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

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O Paraná, assegura, não terá receios trazer a iniciativa privada para o setor público. O agronegócio é visto como a locomotiva que pode dar protagonismo ao Estado, mas exportando valor agregado. "Não queremos mais vender soja. Queremos vender shoyu. A carne também não vamos vender a peça inteira. Vamos fazer o bacon do porco", enaltece.

Questionado sobre a onda que elegeu Bolsonaro, Ratinho afirmou que não veio de grupos tradicionais e isso contribuiu para vitória.

“Há mais de 40 anos, três famílias dominavam o Paraná. Eu não vim destas famílias. Eu vim construindo um grupo político desde 2002, sem ter essa influência. Não tenho nenhuma crítica às famílias tradicionais, colaboraram com o desenvolvimento do Estado, mas foi uma ruptura política. Construímos isso com muita independência. Vamos fazer um governo muito moderno, jovem, tirando essa característica tradicional da política, de ter que ficar acomodando gente. Estou muito motivado. Acho que pode ter sido até uma união, um pouco, deste momento atual do país, mas acima de tudo foi uma construção de 16 anos”, comentou o novo governador.

Ratinho ainda afirmou que tem o compromisso de modernizar a máquina pública. “O modelo de gestão pública no Brasil está parado da década de 70, 80. Temos que buscar ferramentas que deem mais agilidade na prestação de serviço para o cidadão, para que as políticas públicas cheguem de maneira mais rápida, as decisões sejam tomadas de maneira mais eficaz e com custo menor. Ninguém aguenta mais bancar a máquina através de impostos. Então a ideia agora é enxugar, diminuir, dar eficiência à máquina. Hoje o Paraná tem 28 secretarias e nós vamos chegar em 14, no máximo 15”, finaliza.

 

FONTE:Revista Valor

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