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Volume de serviços cresce 6,7% no 1º trimestre no Paraná; evolução do turismo chega a 30%

Os dados, comparados ao momento do começo da vacinação contra a Covid-19, apontam retomada consistente do setor que engloba atividades turísticas, restaurantes, academias, hotéis, cabeleireiros, produção de eventos, lavanderias, instituições de ensino e línguas, comunicação, design, limpeza e transporte

O volume do setor de serviços cresceu 6,7% no Paraná no primeiro trimestre deste ano, no comparativo com o mesmo período do ano anterior. A evolução consta na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor turístico, parte da pesquisa, registrou crescimento de 30,8% no mesmo período.

Os dados, comparados ao momento do começo da vacinação contra a Covid-19 e de mudanças nas medidas restritivas no início de 2021, apontam retomada consistente do setor que engloba atividades turísticas, restaurantes, academias, hotéis, cabeleireiros, produção de eventos, lavanderias, instituições de ensino e línguas, comunicação, design, limpeza e transporte.

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A pesquisa analisa serviços para famílias (alimentação, beleza, atividades esportivas e culturais), informação (edição de livros e jornais, agências de notícias, cinema, rádio, consultoria de TI), profissionais (engenharia, atividades jurídicas, aluguéis de máquinas, agências de viagens, gestão de recursos humanos), transportes (escolar, táxi, ferroviário, marítimo, carga, estacionamento de veículos e aéreo de passageiros) e outros (compra e venda de imóveis, manutenção de veículos, corretores de seguro, coleta de resíduos e atividade de apoio à agricultura), além do recorte de turismo.

Na avaliação geral do setor, no mês de março houve evolução de 1,1% em relação a fevereiro no Paraná. No comparativo com março do ano passado o crescimento foi de 7,4%, e no acumulado dos últimos 12 meses chega a 11,3%. É o segundo mês seguido com avaliação positiva no Estado, após crescimento de 1,4% em fevereiro, no recorte que mensura o crescimento mês a mês – em janeiro a variação foi negativa.

No comparativo com meses exatamente anteriores (fevereiro de 2022 com fevereiro de 2021, novembro de 2021 com novembro de 2020, etc), é o 13º crescimento positivo do Paraná, o que denota recuperação consistente frente aos impactos da pandemia em 2020, o que já havia sido constatado inclusive pela evolução nas contratações do setor no Paraná, via Caged. Neste ano os resultados foram de 5,7% em janeiro (frente a janeiro de 2021), 6,9% em fevereiro, além de 7,4% em março.

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Setorialmente, os avanços no mês de março, no comparativo com março de 2021, foram puxados por serviços prestados às famílias (50%), serviços profissionais (17,9%) e transporte (4,4%). No acumulado dos três primeiros meses do ano, os destaques são os mesmos, com aumento de 13,4% nos serviços prestados às famílias, 11,2% nos serviços profissionais e 9,6% nos de transporte.

 

TURISMO

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O turismo cresceu 5% no Paraná em março, após dois resultados negativos, em janeiro e fevereiro. O resultado foi 0,5 pontos percentuais acima da média nacional. No comparativo com março de 2021, o crescimento foi de 71,9%. No acumulado do ano (primeiro trimestre) o aumento foi de 30,8% e nos últimos 12 meses a recuperação alcança crescimento de 35%.

As receitas também aumentaram no setor, segundo o IBGE. O crescimento foi de 6% em março (frente a fevereiro), 86,3% na comparação com março de 2021 e 41,2% no acumulado do primeiro trimestre. 

 

NACIONAL

Nacionalmente, o volume do setor de serviços cresceu 1,7% na passagem de fevereiro para março. Com esse resultado, o setor recupera a perda de 1,8% de janeiro, alcança o maior nível desde maio de 2015. No acumulado no primeiro trimestre do ano, o setor de serviços avançou 9,4% e quatro das cinco atividades analisadas apontaram taxas positivas. 

O índice nacional de atividades turísticas cresceu 4,5% em março, após recuo acumulado de 0,9% nos dois primeiros meses do ano. Mesmo com o aumento, o segmento de turismo ainda se encontra 6,5% abaixo do patamar pré-pandemia, em nível nacional.

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