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Seminário aborda combate à violência contra a mulher

Seminário aborda combate à violência contra a mulher

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), por meio do Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) realizou na última sexta-feira (23) o I Seminário Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher de Jaguariaíva. O evento ocorreu no Clube Recreativo Municipal e reuniu mulheres que frequentam os serviços de convivência e as assistidas pelo Creas.

No início do encontro a coordenadora do Creas, Zenaide de Azevedo Fanha, apresentou um diagnóstico local sobre os índices de violência contra a mulher. O estudo, feito com base em dados da Delegacia de Polícia Civil, mostra que a violência de gênero aumentou neste ano em Jaguariaíva.

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Entre os tipos, a psicológica é a mais recorrente no município, uma vez que está presente em todos os conflitos, seguido pela violência física, que representa 32% dos casos registrados com boletim de ocorrência. Os ex-maridos e ex-companheiros são os principais responsáveis pela violência, conforme o diagnóstico, que mostra ainda que as mulheres entre 31 a 59 anos são as mais atingidas.

Segundo a pesquisa do Creas, o número de mulheres que convivem com a violência provavelmente é muito maior, visto que a maioria agredida geralmente não registra o fato na delegacia e outros órgãos.

O prefeito, José Sloboda (Juca), presente na abertura, observou que muitas vezes a sociedade desconhece o que ocorre no seio de algumas famílias, contudo os problemas de violência de gênero existem, e para ajudar no enfrentamento dos problemas uma rede de proteção local é mantida. Ele encorajou ainda às mulheres que passam por este tipo de situação a procurar os serviços como os do Creas, que servem para apoiar as vítimas a saírem da situação de risco e vulnerabilidade. “Uma atitude de coragem acaba mudando a vida de vocês”, observou.

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Com o objetivo de orientar, apoiar e prevenir às mulheres, o seminário, além de apresentar os serviços gratuitos do Creas e da rede de proteção social, também levou profissionais especializados orientação do público-alvo.

A psicóloga Tatiana da Silva Ferreira, do Creas, fez uma breve retrospectiva histórica da condição feminina na sociedade patriarcal, lembrando desde a época em que a mulher não tinha direito de herança, nem de votar e era costume oferecer em troca do casamento arranjado um dote ao noivo escolhido pelo pai. Nesta palestra as mulheres perceberam que as transformações sociais e jurídicas começaram quando mulheres, principalmente viúvas, passaram a trabalhar e serem chefes de família.

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Questões legais também foram levadas às participantes. O advogado do Creas, Willian Souza Alves, explicou aspectos da Lei Maria da Penha e a escrivã de polícia Kassima Karinna Gigliolla Almeida Rocha falou do funcionamento das medidas protetivas.

O evento contou ainda com a participação da diretora de Proteção Especial do Creas, Rita de Cássia Maganhatti, e acompanhamento da secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama do município, Cleia Sloboda. Alunos do Instituto Federal do Paraná e Colégio Olavo Bilac complementaram a programação, com uma dramatização sobre violência de gênero. Presente ainda esteve a chefe de gabinete Gisele Inayara Syring.

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