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Embarques pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá crescem 7,4% no quadrimestre

O volume de granéis sólidos embarcado pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá foi 7,4% maior no primeiro quadrimestre deste ano, comparad...

O volume de granéis sólidos embarcado pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá foi 7,4% maior no primeiro quadrimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2021. Em 2022, de janeiro a abril, 5.975.114 toneladas de soja, farelo, trigo e milho saíram pelo complexo. Nos mesmos meses do ano passado, foram 5.561.822 toneladas.

“Os principais responsáveis pela alta foram farelo de soja e milho carregados pelos três berços que compõem o corredor”, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

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Em percentual, o maior aumento ocorreu nos embarques de milho, com alta de 35%: 798.152 toneladas neste ano e 591.538 toneladas em 2021. Em volume, pesaram os embarques de farelo de soja. Enquanto no ano passado as exportações somaram 1.288.261 toneladas, nos últimos quatro meses foram 1.551.553 toneladas – 20,4% mais.

De soja em grão, neste ano, o volume somou 3.592.513 toneladas, apenas 75.510 toneladas a menos que no ano passado (3.668.023 toneladas). O trigo, um produto que costuma ser importado pelo Porto de Paranaguá, teve um pequeno saldo de exportação pelo Corredor Leste. Em fevereiro, neste ano, 32.805 toneladas foram embarcadas, mais que o dobro das 14 mil toneladas registradas no mesmo mês, em 2021.

No ano passado, nos meses de março e abril, não houve embarque de milho pelo Corredor de Exportação do porto paranaense. Já em março e abril deste ano, 107.232 e 371.992 toneladas do grão, respectivamente, saíram pelos três berços. O volume registrado em abril foi quase 247% maior que o registrado no mês anterior.

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COREX– O sistema paranaense de embarque de granéis é único no Brasil. A carga pode ser embarcada simultaneamente por três berços de atracação e é possível que um mesmo navio receba mercadorias de diferentes produtores, inclusive dos pequenos. Atualmente, nove terminais privados ou arrendados operam no Corredor: AGTL Cargill, Centro Sul, Cimbessul, Coamo I e II, Cotriguaçu, Interalli, Louis Dreyfus e Rocha. Juntos, eles somam 1,025 milhão de toneladas de capacidade global.

Além disso, cinco silos públicos também estão interligados ao complexo: um vertical, com capacidade estática de 100 mil toneladas, e quatro horizontais, com capacidade total de 60 mil toneladas. Por estes, operam Céu Azul, Grano Logística, Gransol, Marcon, Sulmare, Tibagi e Transgolf, que trabalham com diversos exportadores menores.

NAVIOS – No primeiro quadrimestre deste ano 102 navios atracaram no complexo para carregar grãos – sete a mais que em 2021, no mesmo período.

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