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Bióloga e professora da Unioeste recebe do CNPq o título de pesquisadora emérita

A professora Norma Catarina Bueno, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), recebeu o título de Pesquisadora Emérita, concedido pelo...

A professora Norma Catarina Bueno, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), recebeu o título de Pesquisadora Emérita, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A comenda foi entregue nesta quarta-feira (4), durante a reunião magna da Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

O título é conferido anualmente pela instituição ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), com o objetivo de incentivar a pesquisa científica e tecnológica em todo o território nacional. A iniciativa contempla pesquisadores brasileiros e estrangeiros radicados no Brasil, com amplo destaque na produção do conhecimento e na comunidade acadêmica, em variadas áreas de estudo.

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Doutora em Biologia Vegetal, a professora Norma Bueno é vinculada ao Curso de Ciências Biológicas e ao Programa de Pós-Graduação em Conservação e Manejo de Recursos Naturais da Unioeste. Como pesquisadora, atua nas áreas de taxonomia (campo da Biologia que identifica, nomeia e classifica os seres vivos) e ecologia de algas de água doce em ambientes continentais.

Para a professora Norma, a ciência é de extrema importância para o dinamismo econômico e o bem-estar das pessoas. “A produção científica tem relação direta com o desenvolvimento econômico e social, refletindo na geração de emprego e renda para a população”, afirma.

“A ciência permite compreender um pouco mais sobre a natureza, a sociedade e as transformações tecnológicas, entre diversos temas e áreas do conhecimento. No meu campo de atuação, que se refere ao conhecimento de uma parte da biodiversidade brasileira, a produção científica possibilita avanços na conservação dos ecossistemas, com impacto no desenvolvimento regional sustentável”, acrescenta Norma.

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As várias iniciativas científicas são viabilizadas com o apoio de órgãos de fomento à ciência e inovação, como a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e a Fundação Araucária, no âmbito estadual; e o CNPq e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em nível federal.

CARREIRA– Com 25 anos de experiência acadêmica, Norma agrega números expressivos à carreira. São 95 trabalhos orientados em cursos de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) e projetos de iniciação científica, participação em 71 bancas de avaliação, e 210 trabalhos científicos, entre artigos (77), capítulos de livros e apresentações em congressos nacionais e internacionais.

A bióloga também é responsável pelo desenvolvimento de 28 projetos de pesquisa, financiados por instituições nacionais e internacionais de fomento científico. Algumas dessas iniciativas estão em pleno desenvolvimento.

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