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UENP firma acordo de prestação de serviço para destinação correta de resíduos eletrônicos

A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) fez o chamamento público e o credenciamento de empresa para transporte, reciclagem e destinação a...

A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) fez o chamamento público e o credenciamento de empresa para transporte, reciclagem e destinação ambientalmente adequada de resíduos eletrônicos inservíveis. A empresa credenciada foi a ONG E-letro Coleta de Resíduos Eletroeletrônicos, que fica responsável por coletar periodicamente os materiais da UENP e da comunidade, descartados nos ecopontos que serão instalados nos prédios da universidade.

Na primeira ação , a Assessoria de Gestão das Políticas de Sustentabilidade (AGPS), em parceria com o Patrimônio, Núcleo de Tecnologia e Processamento da Informação (NTI) e o Almoxarifado dos Campi, encaminharam 4 mil quilos de eletrônicos inservíveis para a reciclagem, sendo 800 quilos de Jacarezinho, 3.000 quilos de Bandeirantes e 200 quilos de Cornélio Procópio.

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A coordenadora da AGPS e engenheira ambiental da UENP, Johicy Parra, comenta que os materiais eletrônicos apresentam uma curta vida útil, rapidamente estragam ou se tornam obsoletos e precisam ser substituídos. “Eles possuem diversos componentes tóxicos em suas estruturas e, se descartados de maneira incorreta, podem contaminar o solo e os lençóis freáticos, colocando em risco a saúde pública”, alerta.

Segundo Alex Gonçalves, gestor estratégico e um dos fundadores da ONG, o projeto E-letro promove a sustentabilidade do chamado lixo eletrônico na Região Norte do Paraná há 14 anos. A empresa atua com coleta e destinação ambiental dos equipamentos inservíveis de eletrônicos.

“Nosso trabalho contempla a geração de emprego e renda através do reaproveitamento e desmontagem dos eletrônicos que não servem mais. Nesta prática, conseguimos extrair o melhor produto ambiental possível, fazendo, ainda, a transferência de equipamentos em condições de uso para instituições filantrópicas”, explica.

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Ele afirma que com a pandemia houve queda considerável no volume dos materiais recolhidos. “Neste momento de retomada dos trabalhos, a parceria com a UENP vem contribuir ambientalmente, mas também em toda a manutenção do projeto E-letro”, destaca.

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