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Deputados paranaenses participam de debate sobre Promoção e Defesa da Cidadania

Deputados paranaenses participam de debate sobre Promoção e Defesa da Cidadania

Sistema Único de Segurança Pública, suicídio, automutilação e violência contra a mulher foram os temas abordados no Seminário Regional de Promoção e Defesa da Cidadania promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) realizado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Os debates iniciaram nesta quinta-feira (29) e terminam na sexta-feira (30).

O presidente da Alesc, deputado Julio Garcia (PSD-SC), e o presidente da Unale, deputado Kennedy Nunes (PP-SC), abriram oficialmente o encontro na presença da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que fez a conferência de abertura. O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Ademar Traiano (PSDB-PR), o primeiro secretário da Alep, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB-PR) e o deputado Delegado Recalcatti (PSD-PR) participaram do evento.

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O encontro em Santa Catarina é o terceiro de cinco seminários regionais promovidos pela Unale sobre a temática. A ministra Damares elogiou “o esforço da Unale em problematizar e debater alternativas de políticas públicas sobre esses importantes temas”.

As entidades que participam dos seminários e seus respectivos técnicos estão levantando as principais propostas, que serão encaminhadas para a Fundação Getúlio Vargas, encarregada de elaborar uma política pública a ser empregada em todo o Brasil, de acordo com o presidente da Unale. “Com as discussões feitas nos Grupos de Trabalhos aqui queremos salvar vidas”, frisou.

O deputado Delegado Recalcatti foi o mediador do painel sobre o Sistema Único de Segurança Pública e classificou a reunião como muito importante para os rumos da segurança pública no Brasil, que, para ele, “hoje é muito deficiente, faltam muitos recursos, muitos meios”. “A discussão é ampla, tramita por várias linhas e ideias apresentadas por parlamentares de diferentes estados. Ela só vem ajudar na busca de um caminho para que nós tenhamos uma segurança pública melhor”.

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Entre os pontos elencados pelo grupo, destaque para a necessidade de revisão no modelo de financiamento da segurança pública. Os parlamentares defenderam, entre outras medidas, alteração nas constituições federal e estaduais para definição de um percentual mínimo para aplicação de recursos públicos em segurança. “Há muito tempo questiono o porquê da educação e a saúde terem um percentual mínimo já previsto em lei para investimento do Estado, da União, de despesas obrigatórias em verbas vinculadas, e a segurança pública não tem”, declarou o deputado Coronel Mocellin (PSL-SC).

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