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Paraná inaugura primeiro centro regional de Segurança Pública do País

Paraná inaugura primeiro centro regional de Segurança Pública do País

A governadora Cida Borghetti (PP) e o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, inauguraram nesta terça-feira (4), em Curitiba, o Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública da Região Sul (CIISP), o primeiro instalado no País. O espaço, localizado no quinto andar da Secretaria de Estado da Segurança Pública, vai promover a integração das forças de segurança dos três estados da região Sul.

O governo federal prevê a instalação de cinco centros integrados, um em cada região brasileira. O objetivo é centralizar todas as informações relacionadas ao combate ao crime organizado, tráfico de armas e de drogas para diminuir os índices de criminalidade no País. A previsão de investimento federal é de R$ 15 milhões.

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A instalação do CIISP da Região Sul no Paraná é resultado da cooperação mútua entre a União, por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Segurança Pública, e o Governo do Estado. O pedido para que a unidade ficasse no Paraná foi encaminhado em maio ao governo federal pela governadora Cida Borghetti. “Quando soubemos do projeto, nos antecipamos com o comando da Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública e protocolamos o pedido rapidamente, no mesmo dia em que o Ministério anunciou a criação desses centros”, afirmou Cida.

A governadora ressaltou que o trabalho de integração das forças de segurança do Estado, reforçado nos últimos meses, demonstra que o Paraná está preparado para sediar o centro de inteligência. “Temos o espaço físico e as forças de segurança unidas, além de fazer o monitoramento de fronteira com equipamentos sofisticados para detectar o contrabando e o tráfico de armas e drogas”, disse ela. “Todos esses elementos pesaram para que o Paraná fosse destacado para sediar o primeiro centro brasileiro”, afirmou.

 

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ESTRATÉGICO

De acordo com o ministro, a escolha do Paraná se deu pela organização e integração das polícias paranaenses e pela localização estratégica do Estado em relação aos países de fronteira. “Acreditamos que aqui teremos a capacidade de detectar e antecipar ações das facções criminosas. Para atuar preventivamente, precisamos ter uma repressão qualificada e voltada para a inteligência, o comando e o controle do crime organizado”, disse.

Jungmann explicou que entre 20 a 30 agentes ficarão lotados no local, incluindo profissionais da Polícia Federal e das forças de segurança do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “O Paraná vai coordenar as atividades de inteligência da região Sul, em conjunto com todas as forças de segurança e inteligência do governo federal e as Forças Armadas”, explicou. “Isso deverá ser ampliado, talvez com a participação de policiais de outros países que fazem fronteira com o Paraná”, disse.

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