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Comunidade ucraniana em Wenceslau Braz acompanha com preocupação guerra na Ucrânia

Comunidade ucraniana em Wenceslau Braz acompanha com preocupação guerra na Ucrânia

O Paraná é dos estados com a maior população de descendentes de europeus do país, concentrando cerca de 60% da sua população com alguma ligação com a grande imigração da década de 30 e 40, ocasião que os países viviam a segunda guerra mundial, embora o site oficial da comunidade ucraniana no Brasil cite a chegada dos povos em 1891.

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Agora, em pleno século 21, com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, a imigração volta a ficar em evidência, já que grande parte dos imigrantes ucranianos e seus descendentes estão em municípios paranaenses. Os ucranianos formaram o maior contingente étnico eslavo a imigrar para o Brasil, atrás apenas dos poloneses.

Wenceslau Braz, município que concentra uma das maiores comunidades de ucranianos da região, a comunidade se destaca pela união e preservação da história, sendo a maioria originadas das cidades de Zolotiv, Galíca e Bucoina.

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Os descendentes de ucranianos preservam até hoje seus costumes e cultura sendo que ainda entre eles é natural além do português, o ucraniano ser falado, em especial pelas gerações mais antigas, principalmente dentro dos lares.

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Povo religioso, no bairro rural Fazendinha, a Igreja Nossa Senhora da Assunção guarda as características arquitetônicas dos imigrantes, sendo ligada a Metropolia Católica Ucraniana São João Batista de Curitiba.

Oksana Paitax, brazense e descendente de ucranianos, disse que uma das tradições que é mantida é a fala e a religião. “Meu pai e minhas tias falam em ucraniano, quando criança sempre frequentei a missa na Fazendinha, em especial na pascoa, onde tem a tradição de levar a ceia até o templo”, afirmou a advogada.

“No mundo que a gente vive hoje evoluído, a guerra é extremamente desnecessária, muita gente morre e é um sofrimento”, conclui Oksana.

A moradora Andréia Starepravo, da terceira geração de descendentes ucranianos afirmou que é uma barbárie o que está acontecendo. “É uma barbaridade o que está acontecendo com o povo ucraniano, a gente como descendente sente muito pelo que está acontecendo lá”, afimou Starepravo.

Ainda sobre a cultura ucraniana, Andréia afirmou que a religião é uma das que mais se destaca. “Todo o mês o Padre Melécio Kraiczyj vem de Ponta Grossa para realizar a missa na Fazendinha, que é aberta a todos, mas em sua maioria são os descendentes que frequentam”, pontuou Andréia.

Nas redes sociais o jornalista brazense da Rede Bandeirantes Douglas Santucci manifestou sua solidariedade ao povo ucraniano, até mesmo fazendo um stories em seu instagram do seu passaporte ucraniano, visto sua mãe ser descendente com o sobrenome Rawlyk.

A Representação Central Ucraino-Brasileira em Curitiba informa que diversos prefeitos de cidades do estado de São Paulo, Paraná e Santa Catarina já se colocaram a disposição de receber novos imigrantes diante da guerra que evolui na Ucrânia, tendo em vista a disponibilidade do Governo Brasileiro em conceder visto humanitário aos ucranianos.

A comunidade ucraniana demonstra preocupação e ao mesmo tempo solidariedade, qualidade esta que sempre o povo brasileiro foi reconhecido em todo o mundo.

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