Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Processo de regularização fundiária pode beneficiar até 150 famílias de Santana do Itararé

Processo de regularização fundiária pode beneficiar até 150 famílias de Santana do Itararé

Após a morte a avó, em 2017, a conselheira tutelar Cláudia Sato, de 34 anos, decidiu se tornar proprietária de um terreno herdado no bairro Tijuco Preto, em Santana do Itararé, avaliado em R$ 150 mil. Ela, que mora no sítio da sogra para fugir do aluguel, conseguiu adquirir no ano passado a cota do avô e, embora tenha firmado em cartório um documento de compra e venda com os outros sete herdeiros, ainda não conseguiu quitar uma dívida estimada em R$ 50 mil. “O meu sonho é ir para essa casa”, diz ela, “porque é um lugar que vai ser meu. Não quero ficar morando de favor. Já que economizei tanto para comprar o terreno, agora quero terminar a casa e ir morar lá”, completou.

Ela imaginou que a solução mais fácil fosse pedir um empréstimo junto à Caixa Econômica Federal para quitar a compra com os parentes e finalizar a obra, mas aí que os problemas começaram. “Como o terreno não tem escritura e como há uma casa em construção em cima, não liberam o financiamento”, conta. “Se eu não conseguir o empréstimo, não vou conseguir pagar a dívida e ficar com a casa”, disse.

Continua após a publicidade

A dificuldade de Cláudia é compartilhada por muitos habitantes de Santana do Itararé, um município de 5 mil habitantes, fundado há 60 anos, localizado no norte pioneiro paranaense, a 320 quilômetros de Curitiba. Grande parte dos imóveis da cidade ainda se encontra em situação irregular. É o que diz o engenheiro civil Daniel Izac, proprietário da Piá Engenharia, uma empresa que representa no município a Solo Seguro, empresa que desenvolveu um estudo na região para identificar o problema e propor uma solução. “A falta de escritura interfere no dia a dia. As pessoas que vivem nessas áreas têm dificuldades para conseguir recursos para construir, reformar e para fazer inventários”, exemplifica o engenheiro.

Projeto-piloto

A partir da identificação do problema e amparada nos mecanismos da Constituição Federal de 1988, do Estatuto da Cidade (Lei n° 10.257/11) e da Lei de Regularização Fundiária Urbana, a Reurb (Lei nº 13.465/17), o trabalho, que conta com o apoio da Prefeitura, consiste em oferecer soluções para regularização das áreas, com a definitiva titulação.

Continua após a publicidade

Na primeira fase, que deve ocorrer nos próximos três meses, será desenvolvido um projeto-piloto nos bairros Vila Nova e Campininha que, juntos, reúnem quase 150 famílias.

Para o advogado Vinicius Gessolo, a ação vai garantir a segurança da posse aos moradores e a integração desses imóveis ao quadro urbano, características que garantem a valorização das propriedades. “Essas áreas cumprem todos os requisitos legais para a regularização fundiária. Por isso vamos oferecer um trabalho de assistência técnica tipográfica, urbanística e jurídica, além de acompanhamentos de processo para buscar a regularização definitiva e a titulação dos moradores”, explica. “Só que essa oportunidade única depende do interesse da comunidade”, complementa o engenheiro civil. “Nos próximos meses teremos na cidade um correspondente bancário do programa Caixa Aqui. A possibilidade de conseguir financiamento para construções, reformas e compras pode aumentar e a região se desenvolver mais, só que para isso é essencial que as propriedades estejam regularizadas”, finalizou.

Cadastramento

Continua após a publicidade

Para entender como será desenvolvido o trabalho de regularização das duas áreas, serão realizadas no próximo sábado (14), reuniões nas duas áreas para explicar a situação aos moradores e tirar dúvidas.

Na Vila Nova, a reunião será a partir das 9h, próximo ao estádio municipal. Já no Campininha, a reunião será às 14h.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Tomazina abre Inscrições para os cursos gratuitos da Unidade Móvel da Beleza do SENAC
12/08/2021
Próxima Notícia
Justiça atende pedido do MP para que prefeitura de Joaquim Távora garanta vagas em creche
12/08/2021