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Polícia de Santo Antônio da Platina investiga médico que teria filmado parentes escondido

Polícia de Santo Antônio da Platina investiga médico que teria filmado parentes escondido

Um crime sexual que teria sido cometido por um médico cardiologista está sendo apurado pela delegacia da Mulher de Maringá e pela equipe da Polícia Civil de Santo Antônio da Platina. Ele teria gravado familiares em momentos íntimos e de nudez sem que as vítimas soubessem.

De acordo com informações do jornalista Luiz Guilherme Bannwart, um casal procurou a equipe policial e passou a relatar que, há aproximadamente um mês, recebeu a visita de parentes que vieram da cidade de Curitiba e se hospedaram em sua residência situada em Santo Antônio da Platina, sendo o médico cardiologista e sua esposa.

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A visita seguia de maneira natural até o momento em que a moradora da residência foi utilizar a suíte de sua casa e acabou percebendo um objeto estranho que estava embaixo da pia do banheiro e, ao verificar do que se tratava, constatou ser uma câmera. Ao conferir o conteúdo do cartão de memória, encontrou vídeos de seu marido em momentos íntimos e tomando banho. Ela ainda encontrou vídeos de duas sobrinhas de 20 e 26 anos em momentos de nudez. Segundo ela, soube que se tratava do médico porque haviam imagens dele instalando o dispositivo salvas na câmera.

Ainda segundo a denúncia, a mulher avisou suas sobrinhas sobre o conteúdo do vídeo, as quais informaram que haviam se hospedado na casa do médico durante uma visita a Curitiba, mas disseram nunca ter suspeitado de tal ato. Assim que a notícia se espalhou dentre os familiares, uma das pessoas da família teria tentado “sumir” com a câmera. Já o suspeito teria assumido a autoria do delito e relatado em conversas via aplicativo que sofre de um distúrbio sexual e irá procurar tratamento.

Ao menos quatro vítimas foram ouvidas e o caso segue sendo investigado pela delegacia da Mulher e também pelo delegado Rafael Guimarães que instaurou um inquérito para apurar o caso. O crime pode ser enquadrado como registro não autorizado de intimidade sexual conforme artigo 216-B do Código Penal.

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