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Impasse entre prefeitura e direção coloca em risco futuro da Santa Casa de Siqueira Campos

Impasse entre prefeitura e direção coloca em risco futuro da Santa Casa de Siqueira Campos

Segundo presidente, dividas em torno dos R$ 5 milhões, queda no número de atendimentos particulares e defasagem nos valores repassados pela prefeitura para custear o Pronto Atendimento estão inviabilizando o funcionamento da instituição

 

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Situação antiga e problemas atuais, assim segue a Santa Casa de Siqueira Campos que vê sua saúde financeira “internada na UTI”. Esta segunda-feira (01), por exemplo, começou com a expectativa em torno da possível renúncia do presidente da Instituição Joaquim Gomes Neto. As informações são do radialista Claret Coutinho da Rádio Cana Verde FM.

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De acordo com o gestor da unidade, a Santa Casa tem hoje dividas que beiram a casa dos R$ 5 milhões e, segundo ele, a queda no número de atendimentos particulares e a defasagem nos repasses realizados pela prefeitura estão tornando inviáveis os atendimentos no Pronto Atendimento.

“Nós estamos recebendo o valor de R$ 140 mil da prefeitura desde 2014 para manter o funcionamento do Pronto Atendimento, mas calculamos os custos com base no INPC e hoje o P.A gera uma despesa geral em torno de R$ 237 mil. Com a pandemia, estamos praticamente atendendo apenas pacientes do Pronto Atendimento”, disse o presidente.

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Joaquim ainda informou que a Santa Casa forneceu a prefeitura um espaço para realizar os atendimentos de Covid-19, mas que não vem recebendo mais repasses para custear o serviço. “Nós fornecemos esse espaço, mas o repasse continua sendo o mesmo. Não temos pacientes internados no particular e o oxigênio é usado para manter pacientes da Covid quando internados, mas não recebemos nada além dos R$ 140 mil”, explicou.

Já o prefeito Luiz Henrique Germano explicou que o repasse da verba está atrelado a uma decisão judicial, pois a Santa Casa não estaria apta a receber repasses de convênios devido a problemas com a certidão negativa. “Esse valor dos R$ 140 mil é repassado por meio de uma decisão judicial antiga. O dinheiro é para ser aplicado no pagamento de médicos de plantão e da estrutura geral do P.A como água, luz, atendente entre outros gastos”, relatou o prefeito.

Em relação ao aumento do repasse, o prefeito rebateu as informações do presidente da unidade e disse aguardar um relatório de gastos. “No início do ano solicitamos a direção da Santa Casa um levantamento dos valores gastos com o Pronto Atendimento para que possamos estudar uma maneira de aumentar esse repasse, mas ainda não recebemos essa planilha”, apontou Germano.

Já nas falas de Joaquim, a proposta do Executivo municipal seria outra. “É dar mais R$ 40 mil e colocar dois funcionários da prefeitura dentro do hospital e pagos pelo hospital. Isso não vai refrescar em nada, pois a folha de pagamento com funcionários já da R$ 97 mil e sem o movimento particular estão atuando no atendimento do P.A”, relatou.

O presidente chegou a dizer que está disposto a repassar o gerenciamento da Santa Casa para prefeitura. “Eu já disse que desejo entregar o hospital para prefeitura, assim eles podem ter a experiência de como está à situação e vamos ver se dá para ‘tocar’ com os R$ 140 mil”, propôs o presidente.

Joaquim explicou que a situação é tão crítica que o hospital não tem recursos para arcar com a instalação de novos equipamentos que já foram entregues. “Fico feliz e agradeço aos envolvidos, pois recebemos em torno de R$ 250 mil em equipamentos, mas precisamos de dinheiro para arcar com estas instalações. Tem gerador de luz, ar condicionado entre outros que temos que pagar a instalação. Hoje a Santa Casa tem uma divida que beira os R$ 5 milhões, sendo em torno de R$ 4 milhões com o governo e R$ 800 a R$ 900 mil em gastos gerais”, desabafou.

O prefeito Germano ainda disse estar aberto ao diálogo. “Já solicitamos a direção uma reunião com toda a diretoria e membros da equipe da prefeitura para buscar uma solução, mas até agora não tivemos resposta. Temos outros convênios com entidades como Lar do Menor e Apae e os repasses estão sendo aplicados, queremos fazer o mesmo com a Santa Casa, mas temos que discutir essa parceria”, relatou.

 

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