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Brazense utiliza rede social e desabafa sobre falta de túmulos adequados no cemitério de Wenceslau Braz

Brazense utiliza rede social e desabafa sobre falta de túmulos adequados no cemitério de Wenceslau Braz

Empresária compartilhou o momento desagradável que a família vivenciou ao procurar um terreno para enterrar seu pai que acabou tendo de ser levado para outra cidade

 

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Na última semana, uma empresária de Wenceslau Braz utilizou as redes sociais para fazer um apelo às autoridades locais, colocando à tona a necessidade da construção de um novo cemitério, pois o antigo já não comporta novos túmulos devido a escassez de espaço.

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O desabafo da brazense Maria Juliana Watanabe, 44 anos, indignada com a situação da falta de local adequado de sepultamento de seu pai chamou a atenção para o problema.

No vídeo publicado no Facebook, a brazense lamenta a situação e relata uma conversa que teve com o responsável por cuidar do local. “O guardião do cemitério mostrou um local que seria muito ruim para o sepultamento e, segundo ele, era o único que tinha. Porém, esse local concentra galhos de árvores, velas e flores que são trazidos com a enxurrada, sendo indigno de se sepultar um ente querido, pois parece mais uma vala. Não é só com meu pai, não gostaria que nenhuma família passasse por isso que nós passamos”, desabafou.

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Procurado para comentar a situação, o prefeito Atahyde Ferreira dos Santos, o Taidinho, disse já haver um projeto para aumentar a capacidade do cemitério promovendo dignidade as famílias. “Temos que tomar duas atitudes, sendo que uma delas é referente a construção de novos túmulos para resolver essa situação do momento e, em seguida, planejar a construção de um novo cemitério”, explicou o prefeito.

Segundo Taidinho, a construção de uma área vertical composta por gavetas deve aumentar a capacidade do atual cemitério em 300 novos túmulos. O prefeito também informou que este ano as equipes da prefeitura já realizaram limpezas no local removendo lixos e entulhos e, mesmo antes da publicação do vídeo de Maria Juliana a prefeitura já estava analisando a possibilidade de se construir um novo cemitério na cidade, mas que o projeto ainda não tem local definido e deve contar com estudo para atender aos tramites jurídicos.

Segundo informações apuradas pela reportagem junto a Prefeitura, desde a época em que Wenceslau Braz era Distrito Novo Horizonte, o primeiro local para enterros mais próximo do centro era na zona rural, precisamente na Fazendinha, onde a maioria dos enterros eram de famílias ucranianas das proximidades deste bairro. Depois que o Distrito virou município, é que teve origem o cemitério na Vila da Saudade, como é conhecido atualmente. Então se trata de mais de 88 anos, idade da cidade, que os finados são sepultados nesse mesmo local, fato que explica o porquê da superlotação

Nas últimas décadas, a Prefeitura foi de forma gradativa ampliando o cemitério com o tempo horizontalmente e no sentido da descida e, na gestão retrasada, foram instaladas algumas dezenas de gavetas verticais, já com a visão da escassez de espaço.

 

Burocracia para um novo cemitério

Os espaços públicos são geridos pelo Poder Executivo com a finalidade de atender às necessidades básicas da população, proporcionando o bem-estar geral de toda comunidade.

No momento de se fazer a escolha do local de instalação do novo cemitério, a administração deve analisar questões básicas como não proximidade de olhos d’água ou corpos hídricos, nível do lençol freático, tipo de solo, terreno sem declive, entre outros fatores. O licenciamento ambiental para instalação de necrópole, aponta todos os passos para obtenção de alvará, e é fiscalizada pelo Instituto Água e Terra (IAT), antigo IAP aqui no Paraná. Sem essa licença, demanda de trabalho da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, é inviável juridicamente a instalação desses espaços. É trabalho tão específico que muitas vezes os municípios recorrem às empresas de longa experiência neste tipo de prestação de serviço, que se tratando de utilidade pública, permite que os municípios deem agilidade no processo com a dispensa de licitação, a depender do valor.

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