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Desembargadora suspende ações contra Beto Richa até decisão do STJ

Desembargadora suspende ações contra Beto Richa até decisão do STJ

A defesa do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), conseguiu liminar na Justiça do Paraná para interromper as ações penais - audiências marcadas e prazos estipulados - adotadas pela 9ª Vara Criminal de Curitiba no âmbito da operação 'Quadro Negro', deflagrada em 2018. Em sua decisão, a desembargadora Priscilla Placha Sá entendeu que é prudente o aguardo do pronunciamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a competência de julgamento do caso, para que a 9ª Vara Criminal de Curitiba dê prosseguimento no processo. Segundo ela, a situação pode provocar prejuízos à defesa de Richa.

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O ex-governador é acusado por suspeita de obstrução de Justiça, corrupção, fraude à licitação e participação em organização criminosa. As investigações tiveram início após ser identificado um esquema de desvio de R$ 22 milhões para obras da Secretaria Estadual de Educação do Paraná.

O processo foi iniciado pela 9ª Vara Criminal de Curitiba em 2019. Em julho do mesmo ano, a defesa de Richa solicitou que o caso fosse enviado para o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), uma vez que as investigações envolviam crimes eleitorais e, portanto, fugia da jurisdição da vara criminal. Em agosto, Richa acionou o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para garantir o foro privilegiado, já que no período investigado ele ainda ocupava o cargo de governador do Paraná.

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Passado um ano, em julho de 2020, o Superior Tribunal de Justiça se pronunciou reconhecendo a sua competência para a decisão sobre o desmembramento da operação. Sendo assim, foi determinado que as peças do processo fossem enviadas ao STJ. À esse tempo, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná negou à defesa de Richa o encaminhamento da matéria para sua jurisdição e determinou que o caso retornasse à 9ª Vara Criminal de Curitiba.

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COM A PALAVRA, A DEFESA DE BETO RICHA

A defesa do ex-governador Beto Richa recebe com serenidade a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná que conteve o ímpeto precipitado de retomar a instrução da operação 'Quadro Negro' antes da resolução definitiva da competência perante o Superior Tribunal de Justiça. Espera-se que o STJ possa analisar detidamente o processo e sanear os abusos cometidos contra o ex-governador e sua família", disse o advogado Guilherme Brenner Lucchesi.

 

VIA: Samuel Costa e Fausto Macedo - Terra Notícias.

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