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Projeto nomeia estrada em Arapoti em homenagem aos imigrantes do município

Projeto nomeia estrada em Arapoti em homenagem aos imigrantes do município

Proposta de Lei foi apresentada na Câmara dos Vereadores pelos parlamentares Divair da Silva e Nei Ferreira

 

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A estrada que corta o bairro Capão Bonito, da PR-092 até a Igreja, recebe o nome Estrada dos Imigrantes Espanhóis e Poloneses, em homenagem às famílias que chegaram em Arapoti nas décadas de 1910 e 1920 e formaram colônias nesta localidade. é o que dispõe o projeto de lei, de autoria dos vereadores Divair da Silva (PV) e Nei Ferreira (PSC).

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CONHEÇA A HISTÓRIA

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A Estrada dos Imigrantes Espanhóis e Poloneses cortava a região do bairro KM 34 e Capão Bonito, que nas décadas de 1910 a 1920 recebeu um grande número de famílias de imigrantes espanhóis e poloneses, que formaram ali uma colônia. Até os dias de hoje ainda residem vários descendentes desses imigrantes, que vieram para o Brasil em busca de melhores condições de vida.

Os primeiros imigrantes vieram para trabalhar na construção da estrada de ferro, com a venda de terras pela Soutthern Brazil Lumber & Colonization Company, empresa madeireira do grupo de Percival Farquhar. Os imigrantes vieram, na sua grande maioria da Região Autônoma da Galícia, especialmente do lugar chamado Fontearcada, município de Os Blancos, na província de Ourense.

Os imigrantes vieram para trabalhar principalmente na agricultura, plantando cereais e hortaliças, e na criação de animais. Utilizavam a produção na subsistência da família e comercializavam o excedente na então Cachoeirinha e na Fábrica de Papel.

Os espanhóis formaram colônia onde hoje estão os bairros KM 34, Km 39, Capão Bonito e Tigrinho. Nestes locais estiveram as famílias Trigo, Campos, Moinhos (Molinos), Perez, Moura, Dias, Esteves, Vasquez, Valência, Galante, Alvarez, Rodrigues, Barros (Barrio), Martinez, Pena, entre outras.

Os poloneses que chegaram à Cachoeirinha (Arapoti) no início do século XX, formaram colônias concentradas nos bairros KM 34 e Capão Bonito, junto com os espanhóis, e nos bairros Cerrado das Cinzas e KM 39. Podemos citar as seguintes famílias, muitas ainda permanecem no município: Vendrechoski, Romanoski, Zelazowski, Wsolek, Pietroski, Buniowski, Levandowski, Michalowski, Kiuteka, Turkiewicz, Nieviandonski, Trzaskos, entre outras.

 

 

 

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