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Joice Hasselmann x Gleisi Hoffmann

Joice Hasselmann x Gleisi Hoffmann

Deputados do PSL escolheram quem serão seus adversários diretos na próxima legislatura da Câmara.

A estratégia é fazer uma marcação “mano a mano” com os nomes da oposição. O principal alvo, claro, será o PT.

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“Temos uma pré-divisão, sim, uma cota pessoal. A gente meio que está dividindo os nomes da oposição com os nossos nomes de cá de enfrentamento”, disse Joice Hasselmann.

Gleisi Hoffmann (PT) é o principal alvo de disputa entre os deputados do PSL. Pelo menos três deles querem se posicionar como antagonistas da presidente do PT: Hasselmann, Filipe Barros e Carla Zambelli.

 

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Os militares nomeados ou prestes a serem nomeados já passam de 45 no governo de Jair Bolsonaro, espalhados por 21 áreas: da assessoria da presidência da Caixa Econômica ao gabinete do Ministério da Educação; da diretoria-geral da hidrelétrica Itaipu à presidência do conselho de administração da Petrobras.O Exército, do qual vieram o presidente e seu vice, Hamilton Mourão, tem maioria entre os membros do governo: 18 generais e 11 coronéis da reserva.Militares agora comandam o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), a presidência da Funai (Fundação Nacional do Índio) e sete ministérios: Secretaria de Governo, Defesa, Minas e Energia, Infraestrutura, GSI (Gabinete de Segurança Institucional), CGU (controle interno e transparência) e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

 

O caso envolvendo movimentações financeiras atípicas do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz não é assunto do governo que começou em 1º janeiro, apesar de o parlamentar ser filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), avaliou neste domingo (20) o vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

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“É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo”, disse à Reuters Mourão, que assume interinamente a Presidência da República enquanto Bolsonaro participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Para Mourão, é preciso aguardar o andamento dos fatos e investigações antes de se tirar conclusões.

 

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