Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Pais reclamam que professores fazem pressão para votar contra modelo cívico-militar

Pais reclamam que professores fazem pressão para votar contra modelo cívico-militar

Após anunciar as escolas selecionadas para migrarem ao modelo cívico-militar, o governo do Estado anunciou a realização de uma consulta pública junto a pais e alunos para saber se a comunidade escolar aceita ou não mudar do modelo tradicional para a nova proposta. Porém, as votações que foram marcadas para esta terça-feira (27) e quarta-feira (28) já estão rodeadas de polêmicas.

Continua após a publicidade

Isso porque em Santo Antônio da Platina e Jacarezinho pais procuraram a imprensa para reclamar estarem sofrendo pressão dos professores para votarem contra a proposta do governo a fim de influenciar a decisão final. As informações são do jornal Tribuna do Vale.

Segundo a reportagem, dois pais de alunos procuraram a redação para denunciar que professores estariam fazendo pressão para que os genitores votassem contra a proposta. Um deles teria dito a reportagem que os docentes estariam se passando como orientadores sobre o assunto, mas que na verdade fazem pressão na intenção de influenciar a opinião dos pais e angariarem votos contrários.

Continua após a publicidade

Um dos pais disse ao jornal que sua filha, uma criança do 7º ano, teria sofrido pressão psicológica. “O que aconteceu hoje com a minha filha, uma criança do 7º ano, é um absurdo. Se eu tivesse provas iria denunciar no Núcleo Regional de Ensino. Uma coisa é você explicar uma situação, outra coisa é fazer terror psicológico e pressão sobre crianças e adolescentes. Sempre tive maior respeito pela profissão de professor, mas tem alguns que não merecem ter esse título porque não honram a profissão”, acusa o pai de uma aluna do 7º ano do Colégio Estadual Anésio de Almeida Leite, em Jacarezinho.

Continua após a publicidade

Já em Santo Antônio da Platina uma mãe disse ter se sentido intimidada com a atitude dos professores e reforçou que o desejo da mudança para o novo modelo partiu da própria filha. “Creio que são contra aqueles que não gostam de obedecer ou seguir as regras”, pontuou a mãe de uma aluna do 9º ano do Colégio Estadual Dona Moralina Eleutério.

Ainda em Santo Antônio da Platina a polêmica sobrou até para um autônomo que trabalha com divulgação através de carro de som e que foi contratado pela APP/Sindicato para veicular propaganda contrária ao modelo cívico-militar pelas ruas da cidade. O trabalho do homem acabou sendo filmado e foi parar nas redes sociais onde, em maioria, acabou sendo criticado. Apesar disso, o trabalhador garantiu que não tem posição definida em relação ao assunto e estava apenas realizando seu trabalho como foi contratado de maneira legal.

 

Informações: Tribuna do Vale e NP Diário.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Folha Extra 2411
28/10/2020
Próxima Notícia
Deputado paranaense vai apresentar projeto na Câmara para plebiscito por nova Constituinte
28/10/2020