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Preço dos materiais de construção dispara e Procon aciona autoridades

Preço dos materiais de construção dispara e Procon aciona autoridades

Órgão de defesa do consumidor no Paraná comunicou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) sobre a elevação de preços durante a pandemia

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Devido ao aumento significativo nos preços de materiais de construção durante a pandemia, como cimento, cabos elétricos e blocos cerâmicos, o Procon-PR, órgão vinculado à Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, comunicou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) para que providências sejam tomadas.

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“O consumidor ainda se encontra vulnerável devido à pandemia da Covid-19 e qualquer aumento de preços cria um impacto muito grande nas finanças. Nosso compromisso é garantir os direitos do consumidor paranaense e junto ao Procon agir para tentar conter os abusos”, ressaltou o secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

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A chefe do Procon-PR, Claudia Silvano, explicou que através de uma pesquisa realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) com 462 empresas de 25 estados ficou constatada a alta significativa nos preços. “Por se tratar de situação que não atinge somente o Estado do Paraná, comunicamos a Senacon para que, de maneira rápida, possa agir e assim minimizar os impactos para o consumidor”, disse.

Em caso de dúvidas e reclamações o consumidor pode acessar os canais de atendimento online do Procon-PR através do site http://www.consumidor.gov.br ou do aplicativo.

 

Preços na Região

Em Wenceslau Braz, o preço do milheiro de tijolo está variando de R$ 600 a R$ 630, o que chega a ultrapassar uma parcela do auxílio emergencial, por exemplo. Já o saco de cimento varia de R$ 26 a R$ 28.

Em Siqueira Campos, a variação do preço é ainda maior, sendo que o milheiro de tijolo é encontrado entre R$ 555 a R$ 630. Já o cimento, é encontrado com valores entre R$ 27 e R$ 28.

Em Tomazina, apesar do tijolo estar em falta e apenas um material de construção consultado na pesquisa ter o produto, foi o local onde o milheiro de tijolos foi encontrado pelo preço mais barato custando R$ 500. Já o cimento apresenta a maior variação sendo encontrado com valores de R$ 26 a R$ 33,70.

A falta dos blocos também foi constatada em uma das Cerâmicas situadas em Siqueira Campos e, segundo informado, não há previsão para reposição do estoque.

 

Via: Redação com Assessoria.

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