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Liminar contra auxílio-mudança ‘tira’ R$ 1 milhão de deputados reeleitos pelo Paraná

Liminar contra auxílio-mudança ‘tira’ R$ 1 milhão de deputados reeleitos pelo Paraná

A suspensão do auxílio-mudança para deputados federais reeleitos atinge 15 integrantes da bancada do Paraná. Em 28 de dezembro de 2018, eles já receberam o valor, que é de R$ 33.763,00 para cada um, referente ao final do mandato – que termina em 31 de janeiro de 2019. Em fevereiro, eles receberiam a mesma quantia novamente, por causa do início de mais um mandato.

Ou seja, um total aproximado de R$ 1 milhão seria gasto pela Câmara dos Deputados com o auxílio-mudança, na virada de 2018 para 2019, somente com os reeleitos da bancada do Paraná, embora ninguém esteja de saída de Brasília.

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Os 15 nomes que já exercem mandato de deputado federal pelo Paraná, e ficarão mais quatro anos em Brasília, são os seguintes: Sandro Alex (PSD), Leandre (PV), Giacobo (PR), Hermes Frangão Parcianelllo (MDB), Christiane Yared (PR), Diego Garcia (PODE), Luciano Ducci (PSB), Aliel Machado (PSB), Sérgio Souza (MDB), Ricardo Barros (PP), Zeca Dirceu (PT), Rubens Bueno (PPS), Luiz Nishimori (PR), Toninho Wandscheer (PROS) e Ênio Verri (PT).

Até aqui, 24 políticos, entre eleitos e reeleitos, abriram mão do auxílio-mudança oferecido pelo Senado – incluindo três paranaenses, Oriovisto Guimarães (PODE), Flávio Arns (REDE) e Gleisi Hoffmann (PT).

Na Câmara dos Deputados, apenas quatro deputados federais (nenhum paranaense) renunciaram à ajuda de custo relativa ao fim do mandato a tempo de não receber o benefício, pago em 28 de dezembro de 2018: Bohn Gass (PT-RS), Heitor Schuch (PSB-RS), Major Olímpio (PSL-SP) e Mara Gabrilli (PSDB-SP). Já o deputado federal Fábio Trad (PSD-MS) devolveu o valor creditado.

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O pagamento da ajuda de custo relativa ao início do mandato estava previsto para fevereiro. Até a liminar, seis deputados eleitos/reeleitos renunciaram ao benefício (incluindo uma paranaense): Bohn Gass (PT-RS), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Heitor Schuch (PSB-RS), Marcio Alvino (PR-SP), Rose Modesto (PSDB-MS) e Tereza Cristina (DEM-MS).

 

Fonte: Gazeta do Povo

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