
["Delegado Pedro Dini Neto da 37u00aa DP"] (Foto: Divulgação/Informe Policial)
Quando o assunto é cadeia pública ou presídios, em todo o Brasil a história é a mesma, superlotação e tentativas de fuga. Esta realidade se estende desde os grandes centros urbanos até as pequenas cidades do interior.
Essa situação impacta diretamente nos serviços da Polícia Civil que, em um primeiro momento, deveriam estar voltados as investigações e resoluções de crimes, mas os policiais acabam tendo que desempenhar o papel de “guarda” dos presos que lotam as carceragens municipais a espera de transferência.
A cadeia pública de Ibaiti tem sido nos últimos meses a protagonista de problemas que vão desde a super lotação, até as condições físicas do prédio. Como resultado desta “bomba relógio”, se tem o registro de fugas e até mesmo uma rebelião que quase destruiu as instalações por completo.
Apesar dos problemas enfrentados para manter as condições mínimas de funcionamento do local e promover a guarda dos presos, a equipe de cinco investigadores liderada pelo delegado Pedro Dini Neto foi a que mais instaurou inquéritos e investigou crimes em toda a região no ano de 2018. No total, foram 491 procedimentos investigativos. Vale ressaltar que, além de Ibaiti, a 37ª DP ainda é responsável pelos municípios de Conselheiro Mairinck e Japira.
No comparativo, ainda aparecem a 38ª DP de Santo Antônio da Platina com 464 inquéritos instaurados e a sede da Subdivisão da PC em Jacarezinho com 543 procedimentos. Porém, no caso de Jacarezinho, como se trata de uma subdivisão os inquéritos são divididos em 333 policiais e 210 da Delegacia da Mulher.
Se em 2018 a situação na delegacia de Ibaiti foi de bastante correria, em 2019 as coisas não devem ser muito diferentes. Apenas nos primeiros vinte dias do ano, dois crimes de homicídio envolvendo morte violenta já foram registrados no município.
Com informações Informe Policial


