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Nutricionista orienta pais sobre as consequências da obesidade infantil

Nutricionista orienta pais sobre as consequências da obesidade infantil

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A Folha Extra entrevistou a Nutricionista e Profissional Coach especialista em Emagrecimento e Hipertrofia Muscular, Isabella Cristina Ferreira, sobre o tema ‘ obesidade infantil’, um problema que, atualmente, atinge muitas crianças.

A má alimentação é um fator que muitas vezes vem da influência dos pais, pois as crianças tendem a imitar quem está mais próximo. Para conter este mau hábito é necessário que as toda família dê o exemplo, ou seja, sempre escolher ter em casa alimentos saudáveis; realizar as refeições na mesa, evitar fast-food e alimentos industrializados.

”Eu sempre digo aos meus pacientes no consultório, vamos descascar mais e desembalar menos. Nenhum alimento é insubstituível, seu filho não come cenoura? Ofereça abóbora, mamão ou outros vegetais amarelos e alaranjados e, as fontes de vitamina A estarão garantidas do mesmo jeito”, afirma a nutricionista.

“Seria ótimo se todos os pais se conscientizassem que devem ter uma rotina e hábitos saudáveis na alimentação e na prática de exercícios físicos para estimular seus filhos e assim, criar um ambiente familiar saudável, livre de doces, guloseimas, alimentos industrializados, refrigerantes e produtos calóricos”, reforça.

A profissional ainda afirma que, uma atitude errada que muitos pais têm é presentear os filhos com doces pelo bom comportamento ou por ter comido algo saudável. Essa atitude é equivocada, pois segundo ela, os alimentos industrializados são prejudiciais à saúde e um dos principais causadores de doenças crônicas, relacionadas à má alimentação.

“É importante ressaltar que a alimentação dos filhos pode ser controlada, mas sem

radicalismos, os pais ou a nutricionista da família podem combinar com a criança que será liberado algo que não está na cardápio uma vez por semana, caso ela siga corretamente a lista de refeições”, finaliza.

 

FORMAS DE INCENTIVO

 

Muitas vezes, os filhos tem dificuldade de experimentar alimentos, nestes casos, a nutricionista indica que os pais incluam os filhos na preparação das refeições, pois, quando eles participam da preparação, certamente tem mais vontade de provar o que fizeram.

“É importante não misturar os alimentos para que as crianças conheçam a textura, a cor e o sabor de cada um deles. Outra forma é fazer desenhos e deixar o prato bem colorido para estimular a criança a provar”, sugere.

“Criança adora pegar comida com a mão, então inclua na alimentação delas alimentos que possam ser pegos como cenoura baby, tomate cereja, espiga de milho, verduras cortadas em forma de palitinhos”.

 

 

PREJUDICIAL

 

Atualmente, a nutricionista tem atendido muitas crianças e adolescentes em seu consultório com diagnóstico de colesterol alto, hipertensão arterial, diabetes tipo II e triglicérides elevado. “Antigamente essas doenças afetavam mais os adultos e agora estão comuns também nas crianças e jovens”, lamenta.

Além dessas doenças, a obesidade infantil também pode desenvolver problemas psicológicos, pois as crianças sofrem bullying na escola, se sentem rejeitadas pelos amigos, podendo causar uma baixa autoestima e dificuldades na aprendizagem.

A obesidade na infância pode também causar problemas psicológicos, pois um adolescente obeso tem maior probabilidade de desenvolver bulimia, anorexia e até depressão.

 

TRATAMENTO

 

Quando os pais de uma criança obesa vão ao consultório buscar um tratamento, geralmente Isabella estabelece, além de um cardápio elaborado, uma conversa com a família da criança para que todos mudem os hábitos alimentares dentro da moradia para ajudar e incentivar os filhos, pois é muito difícil uma criança conseguir seguir uma dieta vendo os irmãos ou os próprios pais se alimentando de comidas calóricas, doces, salgadinhos ou bolachas recheadas.

“Todos da família devem se conscientizar, não adianta querer um resultado imediato. Assim como outras doenças, a obesidade exige um tratamento de forma lenta e constante, os métodos são os mesmos adotados para adultos, ou seja, seguir uma dieta saudável e praticar exercícios”, afirma.

 

FAST-FOOD

 

A nutricionista indica às famílias que reduzam o número de vezes que vão comer fora, especialmente, em restaurantes de fast-food.

De acordo com ela, além das comidas rápidas, as crianças não devem ser obrigadas a terminar uma refeição caso já estejam satisfeitas, pois, para cada pessoa existe uma porção adequada de alimento, uma vez que as crianças comem bem menos do que os adultos.

Isabella orienta que os pais evitem fornecer aos filhos alimentos como biscoitos, bolachas e refeições prontas, pois, estes são ricos em açúcar, sódio e gordura, o cuidado vale também para o consumo de bebidas adoçadas, incluindo os sucos industrializados, pois, esse tipo de bebida, além de calóricas, oferecem poucos ou nenhum nutriente.

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